Crise fiscal e sanitária seguram câmbio acima de R$ 5,00; veja mais notícias

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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A combinação de três riscos – fiscal, político e a crise sanitária derivada pandemia de Covid-19, está por trás do patamar elevado do dólar do Brasil, que não cede apesar da maré favorável para o fortalecimento do real frente à moeda norte-americana, conforme informou o Estadão.

Na virada do ano, a expectativa de especialistas era de que a perspectiva do início do ciclo de alta de juros pelo Banco Central (BC) e o boom de alta de commodities (produtos básicos, como petróleo, grãos e minério de ferro) contribuiria para a valorização da moeda brasileira. No entanto, não foi o que aconteceu.

Atingir um patrimônio de R$ 100 mil é para poucos, saiba quais são as melhores atitudes e aplicações para multiplicá-lo

De acordo com economistas ouvidos pelo Estadão, o dólar poderia estar abaixo de R$ 5 se não fosse o “caldo” de incertezas que rondam a economia brasileira em 2021.

Condições financeiras piores ameaçam ritmo da retomada

Enquanto a pandemia segue em seu pior momento no Brasil e o processo de vacinação não ganha tração, economistas chamam atenção para um risco adicional que pode comprometer o ritmo de retomada da atividade, de acordo com reportagem do Valor.

Refletindo não só o início da normalização da política monetária já em curso, mas também o aumento das incertezas sobre as contas públicas, as condições financeiras voltaram a patamares mais restritivos – deterioração que acaba se transmitindo também para a “economia real”, ainda que com alguma defasagem.

Leilão de áreas do pré-sal ganha novas regras

O governo federal optou por modificar regras e parâmetros para tentar leiloar pela segunda vez dois grandes campos do pré-sal na Bacia de Santos.

O objetivo é possibilitar mais previsibilidade e segurança para os investidores para garantir o sucesso da licitação, conforme informou O Globo.

Lobby por socorro do governo passa de R$ 250 bilhões

A equipe econômica e o Palácio do Planalto tentam barrar projetos de lei no Congresso que funcionarão como socorro a setores prejudicados pela pandemia, conforme informou a Folha de S. Paulo.

A chamada “bomba fiscal” ultrapassa R$ 250 bilhões e foi criada por três projetos: o de amparo a produtores de eventos e empresas de turismo; o para donos de bares e restaurantes; e o para agricultores.

Companhias de fachada na mira de acordo global

Um acordo tributário global, que pode ser anunciado em julho, não significará que os paraísos fiscais e suas empresas de fachadas sairão imediatamente do negócio de evasão fiscal e outras práticas que causam centenas de bilhões de dólares de prejuízos para os governos.

Mas o acordo mudará o jogo no combate ao abuso e fraude fiscal, dizem fontes ao Valor.

CPI pretende convocar 15 nomes da cúpula do governo para depor

O Globo informou que o plano de trabalho da CPI da Pandemia prevê depoimentos de pelo menos 15 integrantes do governo Bolsonaro que ocuparam postos de comando na pandemia de Covid-19, inclusive o ministro Paulo Guedes.

Militares podem ser foco inicial da CPI no Sendo

Os generais Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, e Walter Braga Netto, atual ministro da Defesa, que comandou um comitê de crise quando estava na chefia da Casa Civil, entre outros oficiais, devem ir a um incômodo “banco dos réus”, de acordo com reportagem da Folha de S. Paulo.

Atualização Covid-19 

O Brasil teve 1.657 óbitos confirmados por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas a 373.335. Os novos casos positivados foram 42.980, de um total de 13.943.071 milhões.

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