Ajuste parcial da Selic é insustentável, diz ex-presidente do BC; veja mais notícias

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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O ex-presidente do Banco Central do Brasil, Affonso Celso Pastore, acredita que um ajuste parcial no processo de normalização dos juros básicos no País é insustentável, de acordo com reportagem do Estadão.

Para o economista, a melhor alternativa seria a de reconhecer explicitamente que perseguirá o ajuste integral, sem, contudo, comprometer-se por atingir o novo equilíbrio dentro do ano calendário, e sem se comprometer com a magnitude dos próximos reajustes.

Pastore alerta que o Brasil vive uma grave situação fiscal e avalia que a economia está sendo penalizada por isso. De acordo com ele, a solução não se resume de forma simplista a cumprir o teto de gastos em um dado ano.

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Após ficar atrás da curva, deixar o fluxo e o câmbio escaparem do seu controle, o Banco Central está consertando a situação com um ciclo de altas da Selic que não tem cara de terminar em uma “normalização parcial”, como a autoridade monetária ainda insiste em manter. Esse movimento já está ancorando o câmbio e deve fazer o real voltar a andar mais próximo dos pares, um caminho que ainda tem espaço para percorrer, mas que dificilmente deve levar o dólar abaixo de R $ 5,00. A avaliação é do diretor de investimentos da Garde Asset Management, Carlos Calabresi.

Eleições devem limitar queda do dólar abaixo de R$ 5, diz Calabresi

Depois de ficar atrás da curva, deixar o fluxo e o câmbio escaparem do seu controle, o BC está consertando a situação com um ciclo de altas da Selic que não tem cara de terminar em uma “normalização parcial”, como a autoridade monetária ainda insiste em manter, conforme informou o jornal Valor.

Esse movimento já está ancorando o câmbio e deve fazer o real voltar a andar mais próximo dos pares, um caminho que ainda tem espaço para percorrer, mas que dificilmente deve levar o dólar abaixo de R$ 5,00. A avaliação é do diretor de investimentos da Garde Asset Management, Carlos Calabresi.

Governo pretende incluir 5 milhões no auxílio emergencial

O governo planeja incluir mais 5 milhões de famílias na nova rodada do auxílio emergencial, conforme apurou o Estadão/Broadcast.

A medida é viável porque o número de brasileiros elegíveis ao benefício em 2021 ficou abaixo do inicialmente esperado pelos técnicos, o que gerou uma “sobra” de recursos. Essa verba será incrementada por um novo crédito extraordinário de aproximadamente R$ 1 bilhão, para completar os R$ 44 bilhões autorizados para o auxílio em 2021.

STF proíbe extensão de prazos e patentes

Na próxima quarta-feira, ministros vão definir a partir de quando deve ser implantado o entendimento. O Supremo Tribunal Federal (STF) precisa esclarecer se o fim do prazo esticado atinge inclusive as patentes farmacêuticas já prolongadas, conforme informou o jornal Estadão.

Atualização Covid-19

O Brasil teve 2.550 óbitos confirmados por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas a 416.949. Os novos casos positivados foram 73.380, de um total de 15.003.563 milhões.