Desoneração da folha de pagamentos será estendida; veja mais notícias

Matheus Gagliano
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O presidente Jair Bolsonaro pretende estender por mais dois anos a desoneração na folha de pagamentos. Matéria do jornal Valor Econômico aponta que o governo anunciou que vai prorrogar a desoneração da folha de pagamento. Porém, ainda não deu detalhes de como será feito. O modelo atual permite às empresas intensivas em mão de obra alterar a contribuição previdenciária. Os 17 setores que podem aderir são os que mais empregam.

O jornal O Globo também publica sobre o tema. De acordo com o periódico, considerada fundamental, a prorrogação da desoneração busca auxiliar a recuperação econômica e manutenção de empregos. Bolsonaro anunciou a decisão após se reunir com líderes de 17 setores da economia que empregam mais de 6 milhões de pessoas.

Inflação derruba varejo e aponta para desaceleração

Matéria do jornal Valor Econômico mostra que o peso da inflação sobre a renda das famílias foi decisivo para derrubar as vendas no varejo em setembro. No mês, o faturamento do setor caiu bem mais que o esperado. O que aponta para um cenário de desaceleração da economia que deve extravasar o 3º trimestre, segundo economistas.

De acordo com o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as vendas do varejo restrito caíram 1,3% na comparação com agosto, feito o ajuste sazonal. É a maior queda para o mês desde o início da pesquisa em 2000.

China dá carta branca para presidente

A China deu carta branca ao atual presidente, Xi Jinping. Aos 68 anos, ele agora tem carta branca para governar e tem caminho aberto para que seu mandato seja estendido indefinidamente. Isto porque ele é apontado como líder de uma transformação histórica em seu país.

STF aguarda Congresso sobre emendas

O Supremo Tribunal Federal (STF) aguarda um movimento do Congresso sobre as emendas antes da votar a matéria. De acordo com O Globo, os ministros esperam que este movimento dê mais às emendas de relator. O que precisa ocorrer antes do caso ser levado para julgamento em plenário. A Corte proibiu a execução do orçamento secreto até que decida sobre a constitucionalidade desse expediente.

Matéria do jornal Folha de S.Paulo mostra que um projeto do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), traz transparência mas mantém verba. Se aprovada, resolução servirá de base para negociar com o Supremo a retomada dos repasses de emendas do relator. Estes estão suspensos por força de liminar da ministra Rosa Weber.