Desemprego recua, mas ainda atinge 12 milhões de brasileiros

Matheus Leal
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução

Taxa cai para 11,8%, porém fica abaixo da projeção do mercado; Informalidade bate novo recorde

O desemprego teve leve recuo no trimestre encerrado em agosto. De acordo com os números divulgados pela Pnad Contínua, do IBGE, a taxa caiu para 11,8%, uma queda de 0,4% em relação aos três meses anteriores, de março a maior. No entanto, esse número ainda representa 12,6 milhões de brasileiros.

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No trimestre anterior, o desemprego atingia a 12,9 milhões de pessoas e a taxa era de 12,3%. Apesar da queda, ainda assim ficou abaixo das expectativas. O mercado projetava 11,6% para o fim de agosto, 0,2% a menos do que realmente está.

A grande responsável pela queda na taxa de desemprego foi o aumento da informalidade, que bateu recorde mais uma vez. O número de pessoas com trabalhos por conta própria chegou aos 24,3 milhões, 41,4%. Crescimento de 3,6% (411 mil) em relação ao trimestre anterior ou 5,9% (661 mil) se comparado ao mesmo período do ano passado.

O reflexo do novo recorde da informalidade é o percentual de contribuintes do INSS. O número de empregados que pagam a previdência social está perto do mínimo histórico. Apenas 62,4% trabalhadores contribuem com o INSS. Marca pouco acima dos 61,5% registrados em 2012, pior taxa da história.

“Desde 2018 a população ocupada cresce e poderia se esperar que, com o aumento do emprego, a contribuição previdenciária acompanharia essa trajetória. Mas isso não acontece. Ele vei caindo desde 2017 porque o aumento do emprego se dá via informalidade”, analisa Adriana Araújo Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimentos do IBGE.

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“O crescimento na indústria está bem espalhado e majoritariamente são trabalhadores por conta própria, assim como na construção. Na indústria são trabalhadores nas confecções têxteis e na indústria de alimentos, principalmente no beneficiamento de comida. Na construção, são autônomos trabalhando em obras de edifícios”, completou.

Embora haja um crescimento mínimo, o cenário ainda é de recessão no bolso dos trabalhadores. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, entre 2014 e agosto de 2019, a renda dos 50% mais da população caiu mais de 17%. São mais de 100 milhões de pessoas que ganham até R$ 425 cada, via trabalho. Em contrapartida, a renda do 1% mais rico da população, que inclui 21 milhões de pessoas com salários de R$ 5.911 a R$ 11.781, cresceu 10,1% nesse mesmo período.

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