Defensoria solicita a Toffoli suspensão da liminar de Fux que adiou juiz das garantias

Daniele Andrade
Jornalista formada pela Universidade Positivo, pós-graduada em Mídias Digitais. Atualmente cursa bacharel em História. Gosta de produzir reportagens sobre política tanto nacional quanto internacional, economia e tecnologia.
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Crédito: Reprodução/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na sexta-feira (31), segundo informações da Folha de São Paulo, a Defensoria Pública da União (DPU) solicitou ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, a suspensão da liminar concedida pelo ministro Luiz Fux. Na qual foi adiada por tempo indeterminado a implantação do cargo do juiz das garantias.

Era previsto para que o pacote anticrime entrasse em vigor dia 23 de janeiro, em que a nova figura, do juiz das garantias iria dar início aos trabalhos. Dias Toffoli ficou responsável pelo STF no período de recesso, e acabou por prorrogar a implantação do cargo em seis meses (180 dias).

A atitude foi devido a Toffoli acreditar que não haveria um tempo razoável, para que o sistema Judiciário pudesse se adaptar a novidade. Pois, acaba afetando todo o sistema da Justiça criminal. Mas, o vice-presidente do tribunal, Luiz Fux assumiu o plantão. E, decidiu revogar a decisão de Toffoli, suspendendo o cargo de juiz das garantias por tempo indeterminado.

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No entanto, na quarta-feira (29) Toffoli assumiu novamente o plantão. E a Defensoria ingressou com o pedido de suspensão, para a liminar contra a decisão de Fux, segundo a Folha de São Paulo. O que pode novamente, ter a possibilidade de uma reviravolta.