A Dasa (DASA3) está pronta para lançar sua nova oferta de ações e deve captar R$ 6 bilhões em fevereiro, graças ao novo patamar de preço dos papéis, segundo reportagem do Valor.
A cifra é o dobro da intenção inicial da companhia que era uma operação de R$ 3 bilhões. “A intenção da
companhia é fazer o re-IPO colocando cerca de 10% das ações em circulação e hoje isso virou um volume enorme. A
empresa pode reduzir o percentual da oferta, mas assim continuaria com um float muito reduzido”, explica uma
fonte próxima à operação.
A Dasa tem um free-float de somente 2,5% – o que faz a mudança de preço dos papéis chamar ainda mais atenção.
O valor de mercado da companhia passou de R$ 34,86 bilhões no final de dezembro para os atuais R$ 64,91
bilhões. Apenas ontem o papel da companhia valorizou 17,19%, negociada a R$ 150,00. Em 2021, a ação já subiu 112,6%.
Os recursos vão chegar em momento estratégico para companhia. Isso porque a Dasa incorporou a Ímpar, rede de hospitais que tem os mesmos acionistas controladores, mas não pertencia à companhia de laboratórios – em dezembro, comprou o Grupo Leforte, sua maior aquisição, no valor de R$ 1,77 bilhão. O Leforte tem três hospitais e cinco clínicas.
Azul (AZUL4) estima cortar endividamento pela metade neste ano
A Azul (AZUL4) aumentou o seu nível de endividamento durante a pandemia, com a combinação de tomada de recursos no mercado aliada a uma drástica queda na receita. Agora, a Azul espera uma rápida redução no nível de endividamento ao longo do ano, fechando 2021 com um índice na casa de 6 vezes o Ebitda. As informações são do Valor.
“A demanda de lazer será mais forte, assim como a demanda de cargas. Além disso, a empresa está mais enxuta. A Azul fechou 2020 com R$ 4 bilhões em caixa. Nos próximos três anos vamos ter geração de caixa e usar parte desse recurso para reduzir o endividamento e investir na modernização da empresa”, afirmou o vice-presidente financeiro da Azul, Alex Malfitani.
Grupo Big processa Via Varejo (VVAR3) por concorrência desleal
O Grupo BIG (ex-Walmart Brasil) entrou com uma ação judicial contra a Via Varejo (VVAR3) alegando concorrência desleal, conforme reportagem do Valor.
O centro da discussão está o logotipo do material publicitário da Casas Bahia, que aparece com destaque ao lado do personagem da marca, o “baianinho” destaque ao logotipo da letra “B”.
Para o BIG, isso pode confundir o cliente no momento da compra, induzindo-o ao erro.
CVC (CVCB3) vai pagar dívidas em dólar com nova emissão
A CVC (CVCB3) vai emitir R$ 436,4 milhões em debêntures para quitar antecipadamente empréstimos contraídos pela empresa com o Citibank.






