CVC (CVCB3) atualiza dados e informa caixa de R$ 1,5 bi; ações sobem

Regiane Medeiros
Economista formada pela UFSC. Produz conteúdo na área de mercado de capitais, finanças pessoais e atualidades.
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Crédito: CVC/Divulgação

A CVC (CVCB3) publicou na quarta-feira, 23, a atualização sobre os impactos causados pela pandemia de Covid-19 em suas operações.

A companhia informou que está implementando com disciplina os planos anunciados para preservação de caixa. Assim, o saldo e equivalentes de caixa em 22 de setembro eram de aproximadamente R$ 1,526 bilhão, de acordo com dados não auditados.

O mercado reagiu positivamente às informações. Às 13h10, as ações subiam 6,30%, a R$ 17,39.

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Além disso, a CVC destacou que está preparada para a retomada integral de suas operações, com 1200 lojas abertas e equipes trabalhando remotamente.

Entre as novas medidas adotadas está o desenvolvimento de produtos e serviços com parceiros para oferecer viagens em condições especiais aos clientes.

Sobre endividamento, a CVC informou que a maior parte tem vencimento no médio e longo prazo. De um total de R$ 2,0 bilhões, R$ 600 milhões vencem em novembro e a companhia está avaliando alternativas de captação ou rolagem junto aos credores.

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Marketing

A CVC destacou a implementação de ações de marketing e o desenvolvimento de melhorias nas plataformas digitais.

Assim sendo, apesar das vendas próximas a zero entre abril a junho, a Companhia observou que esse movimento vem melhorando consistentemente desde o início do mês de julho de 2020.

Na primeira quinzena de setembro, a CVC atingiu cerca de 40% do valor de vendas do mesmo período de 2019. O maior crescimento foi no segmento de lazer doméstico, que atingiu 45% do mesmo período do ano anterior.

A Companhia informou ainda que orçamentos solicitados pelos clientes do segmento lazer atingiram nas últimas semanas 85% do volume do mesmo período de 2019.

Em junho de 2020, as vendas totais representaram 8% do volume reservado na comparação com junho de 2019.

Já em setembro, até a última semana, as vendas totais estão em, aproximadamente, 35%.

Tecnisa (TCSA3): conselho rejeita proposta de aumento de capital de R$ 500 milhões

O conselho fiscal da Tecnisa (TCSA3) aprovou, de forma unânime, a rejeição ao aumento de capital da Companhia.

A decisão foi tomada após a analise de documentos e informações consideradas relevantes para a deliberação.

Entre elas, foram analisados as demonstrações financeiras, o orçamento anual e o plano de negócios da Companhia.

Além disso, com a finalidade de embasar a sua manifestação, o conselho fiscal realizou reunião com o BTG, na qual o banco apresentou os fundamentos e justificativas para a sua opinião de que não há risco de insolvência de curto prazo da Companhia. De modos que não é necessária a realização de aumento de capital pela Tecnisa no curto prazo.

Por fim, considerando todos os elementos envolvidos, os conselheiros fiscais julgaram desnecessário um aumento de capital da Companhia no curto prazo, inclusive em razão das captações recentes autorizadas pelo Conselho de Administração.

Centauro (CNTO3): SBF nega ter protocolado pedido de registro de oferta de ações

A Centauro (CNTO3) informou que tomou conhecimento da divulgação de determinadas matérias jornalísticas que afirmaram que a “Centauro pediu registro de Oferta de Ações”.

Sobre essa afirmação, a Companhia declarou que não protocolou qualquer pedido de registro de oferta de ações.

Além disso, informou que a SBF Comércio de Produtos Esportivos, controlada da Companhia, realizou perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o pedido de registro de companhia aberta na Categoria B.

O Pedido Categoria B foi realizado em linha com obrigações contratuais assumidas no âmbito da 1º emissão de debêntures simples.

A Companhia salienta que, de acordo com a regulamentação aplicável, emissores na Categoria B da CVM não estão autorizados a negociar ações em bolsa e, portanto, não estão elegíveis a realizar uma oferta pública de ações.