CVC (CVCB3) explica oscilações; Algar paga juros a debenturistas

José Azevedo
Jornalista especializado em economia.

Crédito: Divulgação

A CVC Brasil (CVCB3) emitiu um comunicado esclarecendo um ofício enviado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O órgão quer saber detalhes sobre o porquê das oscilações dos papéis, registradas entre os dias 30 de agosto e 13 de setembro.

Em resposta, a CVC informou que não possui conhecimento sobre qualquer informação que possa constituir atoou fato relevante não divulgado que justifique as movimentações.

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De acordo com a empresa, essa movimentação ocorre por causa do número de negócios, as quantidades negociadas. Além disso, alega que as referidas oscilações mencionadas no ofício poderiam estar relacionadas, mas não limitadas ,à percepção do mercado em relação a certos eventos comunicados pela companhia ou de eventos de conhecimento público.

Algar informa pagamento de juros a debenturistas

A Algar Telecom anunciou na noite desta terça-feira (14) que pagará os detentores de papéis da sua sexta e sétima emissões de debêntures – a última dividida em duas séries.

Serão distribuídos R$ 1,9 milhão aos detentores da sexta emissão (150 mil papéis), sendo R$ 13,06 para cada. Na sétima, os detentores dos 523,5 mil papéis da primeira emissão receberão R$ 23,4 por unidade. Os donos dos 76,4 mil títulos emitidos na segunda, R$ 32,9 por ação.

PDG Realty (PDGR3) responde sobre oscilações

A PDG Realty (PDGR3) respondeu sobre o grande volume de transações envolvendo papéis da companhia nesta segunda – foram, até o meio dia, R$ 2,5 milhões em negócios, mais do que a média comum para um dia.

A companhia informou que não tem conhecimento de qualquer ato ou fato que possa justificar as oscilações registradas na cotação das ações.

Viver Incorporadora (VIVR3) emite até R$ 792 milhões em ações

A Viver Incorporadora (VIVR3), aprovou, através de seu conselho, um aumento de capital de no mínimo R$ 99 mil reais e no máximo R$ 792 milhões.

A operação se dará mediante a emissão de, no mínimo, 5 mil ações ordinárias e, no máximo, 40 milhões, todas nominativas e sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 19,80 por unidade.

O capital social da Viver, no caso de subscrição máxima, sairá de R$ 2,4 bilhões para R$ 3,1 bilhões. A companhia deve usar a maior parte do dinheiro levantado para pagar seus credores e suas controladas, de acordo com o que foi firmado no processo de recuperação judicial.

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