CSN (CSNA3) conclui negociação de dívida de R$ 1,4 bi com o BB (BBAS3)

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor

Crédito: Divulgação/CSN

A CSN, Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3), informou que concluiu, nesta sexta-feira (22), as negociações de dívidas com o Banco do Brasil (BBAS3) no valor aproximado de R$ 1,4 bilhão. A dívida venceria entre maio deste ano e março de 2021.

“O montante negociado terá seu novo vencimento principal em 2022, e conta com mecanismos que possibilitam nova extensão por meio de operações de mercado de capitais”, diz a nota da empresa ao mercado.

A CSN segue negociando o alongamento de seu passivo financeiro, “visando a preservação da liquidez necessária para executar sua estratégia de desalavancagem e geração de valor aos seus acionistas, e informará o mercado tão logo tenha concluído tais negociações”.

CSN tenta diminuir dívida

A prioridade da companhia neste ano de 2020 é a redução do endividamento. A meta é encerrar o ano com uma dívida líquida de R$ 20 bilhões.

Em 2019, o passivo da empresa foi de R$ 27,1 bilhões.

A crise do coronavírus que desacelerou a economia global acabou gerando impactos na demanda por aço, o que pode dificultar o atingimento da meta.

Em outubro de 2019, o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, disse que há a possibilidade de venda de uma participação de 8% da mineradora Casa de Pedra. Segundo ele, hoje a CSN detém 88% do capital e outros 12% estão nas mãos do sócio asiático.

E há ainda a venda de outros ativos, como a siderúrgica SWT, na Alemanha.