Criptografia fraudulenta foi arma da CIA e da Alemanha em espionagem

Paulo Amaral
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Crédito: Reprodução / Wikimedia Commons

Criptografia fraudulenta. Essa foi a arma utilizada pela CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos, e pelo governo da Alemanha, para espionar outras nações.

De acordo com reportagem do The Washington Post, divulgada pela Agência ANSA, os dois países utilizaram os serviços de uma empresa sueca para a missão.

A Crypto AG forneceu serviços de criptografia fraudulentos para outras nações e, assim, permitiu que norte-americanos e alemães espionassem não somente os inimigos, mas também aliados.

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Golpe do Século

A reportagem do Washington Post, feita em conjunto com a TV alemã ZTE e a rede estatal suíça SRF, apontou que os EUA chegaram  a espionar o Irã durante a crise dos reféns de 1979.

“Foi o golpe de inteligência do Século”, gabou-se a CIA, em relatório sobre a operação bem sucedida.

Os alemães teriam abandonado o esquema na década de 1990, por medo da superexposição.

Os Estados Unidos, no entanto, teriam comprado a participação da Alemanha e ainda usado a empresa para atividades de espionagem até 2018, enquanto que a Crypto AG vendeu a marca para um nova companhia sueca.

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