Estoque de crédito aumenta 0,5% em abril e atinge R$ 4,1 trilhões

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

Segundo dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira (28), o estoque total de crédito no Brasil aumentou 0,5% em abril na comparação com o mês anterior, chegando a R$ 4,1 trilhões, equivalentes a 53,6% do Produto Interno Bruto (PIB).  O saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) registrou alta de 1,5% em abril.

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O crédito às pessoas físicas avançou 1%, enquanto pessoas jurídicas ficou estável.  As novas concessões de crédito em abril somaram R$ 378,9 bilhões, versus R$ 407,9 bilhões em março de 2021.

A média do custo de toda a carteira de crédito do sistema financeiro, calculada pelo Indicador de Custo de Crédito (ICC), apresentou alta de 0,1 ponto porcentual em abril, com os últimos 12 meses em 17,2% ao ano, uma redução de 2,5 pontos porcentuais em relação ao mesmo período do ano anterior.

A taxa média de juros das contratações (inclui operações contratadas no segmento de crédito livre e no segmento de crédito direcionado) registrou alta no mês, com os últimos 12 meses em 20,3% ao ano. A inadimplência ficou praticamente estável, em 2,2%, com maior destaque no segmento de pessoas jurídicas.

Nas operações com recursos livres, a inadimplência permaneceu estável em 2,9%, enquanto nas com recursos direcionados, situou-se em 1,2%.

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Para o BTG Pactual (BPAC11), o pior momento da crise sanitária, o que, somado ao início do pagamento da nova rodada do Auxílio Emergencial às famílias mais carentes, contribuiu para a estabilização da inadimplência.

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