Coronavírus: Reino Unido anuncia plano econômico para salvar startups

Marcelo Hailer Sanchez
Jornalista, Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP) e Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Pesquisador em Inanna (NIP-PUC-SP). Trabalhei nas redações do Mix Brasil, Revista Junior, Revista A Capa e Revista Fórum. Também tenho trabalhos publicados no Observatório da Imprensa e revista Caros Amigos. Sou co-autor do livro "O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente" (AnnaBlume).

Crédito: Agência Brasil

No mundo

Último boletim da Organização Mundial da Saúde (OMS), informa que, até este momento, há de 2,4 milhões de pessoas infectadas e mais de 165 mil mortes.

Brasil

Última coletiva do Ministério da Saúde informa que há 38.654 casos confirmados e 2.462 mortes.

Reino Unido apresenta ajuda financeira para as startups

O Reino Unido anunciou um pacote financeiro de US$ 1,6 bilhão para ajudar as startups a sobreviverem durante a pandemia. As novas empresas de tecnologia iniciaram uma campanha de socorro junto do governo britânico depois que países como França e Alemanha criaram fundos de 4 bilhões de euros com o mesmo objetivo.

De acordo com levantamento da CNBC, muitas startups do Reino Unido não puderam acessar os fundos de emergência voltados para negócios médios e pequenos, pois, os critérios exigidos não eram aplicáveis e as novas empresas de tecnologia não tinham lucro consistente para apresente. É comum que empresas desse tipo sejam apoiadas em capital de risco e priorizem o crescimento ao invés do lucro.

Espanha registra mais de 200 mil infectados

A Espanha registrou, nas últimas 24 horas, 399 mortes, com isso, o número de vítimas da Covid-19 no país atingiu a marca de 20.852. Ainda que os números sejam altos, eles são menores do que nas semanas anteriores: em 2 de abril, o país teve 950 mortes, no dia 19 deste mês o país registrou 410 óbitos decorrentes da Covid-19.

De acordo com o Ministério da Saúde da Espanha, o país tem, até este momento, 200.210 casos confirmados de coronavírus. Com informações do Estadão.

100 mil mortos na Europa

Segundo informações reveladas pelo Centro Europeu de Controle de Doenças (ECDC), a Europa ultrapassou a marca de 1 milhão de casos confirmados e mais de 100 mil mortos. O continente é responsável por cerca de dois terços do total de mortos no mundo.

Nova Zelândia deve reduzir políticas de restrições

O governo da Nova Zelândia anunciou que sairá de seu bloqueio total a parir da próxima segunda-feira (27). Atualmente, o país se encontra no bloqueio nível 4 que, semelhante a outros países, só permite o funcionamento de comércios essenciais e proíbe reuniões sociais e grandes aglomerações.

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Em comunicado, a Primeira-ministra, Jacinda Ardern, afirmou que o país vai experimentar, por duas semanas, o nível de alerta 3, onde será permitido que a maioria das empresas funcionem, porém, uma série de protocolos de saúde devem ser seguidos para resguardar a saúde dos trabalhadores.

“Essas duas semanas nos darão outro ciclo de transmissão para avaliarmos como estamos indo. A partir daí, mudaremos se pudermos e se estivermos prontos. Mas, somente quando estivermos prontos, e somente quando estiver seguro”, declarou a Primeira-ministra da Nova Zelândia. Com informações da CNBC.

Sudeste Asiático pode ser novo epicentro do coronavírus

Com o número de infecções nas das últimas semanas, alguns especialistas que estão acompanhando o trajeto do vírus revelaram preocupação com o Sudeste da Ásia e pedem atenção, pois, lá pode ser o novo centro do vírus.

Até este momento, a região como um todo tem 28 mil casos de infecção por coronavírus. Juntas, Indonésia, Filipinas, Malásia e Cingapura respondem por 87,9% do total de casos registrados no Sudeste da Ásia.

Apesar do número de infectados estar longe das centenas de milhares dos EUA e de alguns países europeus, pesquisadores atenta para o fato da baixa testagem no país, assim como ocorre no Brasil. A conta dos sanitaristas é feita a partir da curva do vírus, ou seja, a maneira como ele se comporta em determinado país, por conta da rapidez com que ele se tem movimentado no Sudeste Asiático é que o alerta foi acionado na região.