Coronavírus obriga fabricantes de carros a parar produção na América do Norte

Paulo Amaral
Jornalismo é meu sobrenome: 20 anos de estrada, com passagens por grandes veículos da mídia nacional: Portal R7, UOL Carros, HuffPost Brasil, Gazeta Esportiva.com, Agora São Paulo, PSN.com e Editora Escala, entre outros.
1

Crédito: Divulgação / Ford

O Sindicato dos trabalhadores e as montadoras de automóveis da América do Norte decidiram interromper a produção de carros por causa da pandemia de coronavírus.

Segundo informações da AFP, General Motors e Ford anunciaram a decisão de parar as operações em toda a América do Norte até o dia 30 de março.

Praticidade e precisão, saiba quais melhores investimentos e como melhorar rentabilidade de suas ações

A Fiat Chrysler, terceira integrante do grupo das maiores montadoras de carro do continente, já havia antecipado a decisão de também interromper sua linha de produção.

Rory Gamble, presidente do Sindicato dos Trabalhadores, explicou a decisão conjunta.

“A decisão de hoje é o prudente. Ao fechar e trabalhar segundo os próximos passos, protegemos os membros do UAW, suas famílias e a comunidade”.

Montadoras também param na Europa

A decisão das três maiores montadoras de parar a produção na América do Norte não é a primeira do setor automotivo.

Nesta semana, a Reuters noticiou que um pool de empresas do setor automotivo também interrompeu a linha de montagem na Europa.

Representantes de funcionários das principais montadoras de carros na Itália, Bélgica, França, Espanha e Alemanha cobram melhor controle no setor de higiene das linhas de produção como forma de garantir a segurança contra a Covid-19.

A Audi divulgou que tem enfrentado problemas por medo dos funcionários na hora de manusear ferramentas, enquanto a Fiat Crysler Automobiles (FCA) resolveu interromper a produção na maior de suas fábricas para se ajustar à queda na demanda.

Além dessas duas montadoras, a PSA, marca que reúne Peugeot, Opel e Vauxhall, divulgou que manterá as fábricas fechadas pelo menos até 27 de março.

A francesa Renault seguiu pelo mesmo caminho e manterá os 18 mil funcionários de suas 12 instalações em casa por tempo indeterminado.

Dólar caro trava venda de carros importados

Reino Unido prevê fim de carros a gasolina e diesel até 2035

Money Week 5ª Edição

5 Dias de Evento | 70 Autoridades do Mercado Financeiro | 20 Horas de Conteúdo