Coronavírus: país registra 204 mortes e 3 mil casos em 24 horas

Paulo Amaral
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Crédito: Reprodução / YouTube

Os novos números do Ministério da Saúde apontaram um crescimento de 13% nas mortes causadas pelo coronavírus no Brasil nas últimas 24 horas.

Segundo o novo boletim divulgado pelo órgão, o País chegou a 1.736 mortes até as 16 horas desta quarta-feira, 15 de abril, registrando 204 óbitos nas últimas 24 horas.

Essa foi a segunda vez que o País registrou mais de 200 óbitos em um período de 24 horas. Curiosamente, foi o mesmo número de mortes que ocorreu entre segunda e terça.

O total de casos também aumentou consideravelmente em relação ao balanço divulgado na tarde de terça-feira.

Com mais de 3 mil diagnósticos confirmados nas últimas 24 horas, agora são 28.329 infectados com a Covid-19, número 12% superior ao fechamento apresentado nas últimas 24 horas, quando eram 25.262 pessoas com coronavírus.

A taxa de letalidade segue um pouco acima dos 6%, como estava no boletim de terça-feira.

São Paulo e Rio têm mais casos e óbitos

São Paulo continua na ponta como o Estado com maior número de infectados e de mortos. Já são 778 óbitos registrados nos municípios paulistanos e 11.043 casos.

O Rio de Janeiro é o segundo com mais mortes por coronavírus, com 265 óbitos em 3.743 casos.

Em terceiro lugar aparece Pernambuco, com 143 mortos, seguido por Ceará, com 116 e Amazonas, com 106 óbitos causados pela Covid-19.

Tocantins, que ainda resistia como único Estado sem uma morte sequer, registrou o primeiro óbito entre os 26 pacientes acometidos com o coronavírus.

Coletiva com Mandetta?

O Ministério da Saúde dará uma entrevista coletiva a partir das 17 horas para detalhar um pouco mais sobre os novos números do coronavírus no País.

A presença do ministro Luiz Henrique Mandetta segue incerta, já que os rumores sobre sua exoneração do cargo estão cada vez mais fortes.

O secretário Wanderson de Oliveira, que confirmou seu pedido de demissão pela manhã, deverá cumprir normalmente suas atividades até sexta-feira, assim como João Gabbardo, um dos cotados para ocupar a vaga em uma eventual saída de Mandetta.

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