Coronavírus: mais de 347 mil casos com 22 mil mortes no Brasil

Osni Alves
Jornalista (2007); Especializado em Comunicação Corporativa e RP (INPG, 2011); Extensão em Economia (UFRJ, 2013); Passou por redações de SC, RJ e BH (oalvesj@gmail.com).

Crédito: People wear protective face masks at a subway after reports of the coronavirus in Sao Paulo, Brazil, March 6, 2020. REUTERS/Rahel Patrasso

Levantamento do ministério da Saúde indica que o Brasil já tem 347.398 mil casos de coronavírus com 22 mil mortes conformadas.

Somente ontem (23) o país registrou 965 mortes. Em relação ao número de casos, foram mais 16.508 notificações.

O balanço do ministério não significa que as infecções e óbitos tenham necessariamente ocorrido nas últimas 24 horas, mas sim que os registros foram inseridos no sistema nesse período.

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Conforme a pasta, São Paulo segue como o Estado mais afetado pelo coronavírus, atingindo 80.558 casos e 6.045 mortes.

América Latina

A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), da Organização das Nações Unidas (ONU), prevê que a pandemia já impacta as economias da América Latina e do Caribe de tal forma que levará à pior contração que a região sofreu desde 1930.

As estimativas são de uma contração média de menos 5,3% para 2020.

Em 1930, em decorrência da quebra da Bolsa de Nova York, a queda foi de 5% nos países da América Latina e Caribe. Em 1914, a queda foi de 4,9%.

O emprego será afetado duramente, com redução de horas, de salários e aumento de desemprego no trabalho formal. O trabalho informal é afetado diretamente pelas restrições de circulação.

As mulheres são as mais vulneráveis, com maior participação no setor informal e menores salários, além de serem afetadas por sua maior participação no setor de saúde.

Renda básica

A Cepal propõe renda básica de emergência “equivalente a uma linha de pobreza” durante seis meses, para necessidades básicas, bem como estimular o consumo. A proposta é de 143 dólares para cada indivíduo.

Seria um gasto adicional de 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) para atender a todas essas 215 milhões de pessoas que estariam em situação de pobreza. O gasto atual gira em torno de 0,7% do PIB.