Covid-19 já causou mais de 60 mil mortes no mundo

Paulo Amaral
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Crédito: Reprodução/JHU

A pandemia de coronavírus ultrapassou a marca de 60 mil vítimas fatais neste sábado, 4 de abril, de acordo com o painel online da Johns Hopkins University, dos Estados Unidos.

O país, aliás, estabeleceu o novo recorde de óbitos causados pela Covid-19 em 24 horas: 1.168 pessoas perderam a vida de quinta para sexta-feira, ultrapassando a marca que antes pertencia a Itália.

Os Estados Unidos lideram o quadro geral de casos detectados de coronavírus, com 278.458 infectados até as 10h deste sábado e pouco mais de 7 mil mortos – 7.077.

A Espanha aparece na segunda posição, com 124.36 (11.744 óbitos), enquanto a Itália vem em terceiro, com 119.827 casos e o maior número de mortes até o momento: 14.681.

Coronavírus no Brasil

A última atualização do painel online da Johns Hopkins mostra que o Brasil já registrou 9.216 casos de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o momento, o número de mortes confirmadas pela Covid-19 em território nacional ainda é relativamente pequeno quando comparado aos países europeus: 365.

Orçamento de “guerra”

Visando ao combate da pandemia de coronavírus no Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou nesta sexta-feira (3), em dois turnos, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 10/2020, a do “orçamento de guerra”.

A PEC cria um orçamento extra, que institui regime extraordinário fiscal, financeiro e de contratações durante a calamidade pública nacional, decretado pelo governo federal, com validade até 31 de dezembro deste ano.

Os recursos desse orçamento paralelo servirão para o governo federal enfrentar a crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus, o Covid-19.

A medida flexibiliza travas fiscais e orçamentárias para dar mais agilidade à execução de despesas com pessoal, obras, serviços e compras do Poder Executivo e vai vigorar até o dia 31 de dezembro deste ano – mesmo prazo para o estado de calamidade pública causado pela pandemia.

Medidas emergenciais

O orçamento de guerra, ou orçamento paralelo, permite ao governo conseguir lidar com a pandemia do coronavírus, ao quantificar gastos e organizar o montante de dinheiro necessário para ao combate.

O texto tem autoria do deputado e presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), junto com deputados de vários partidos políticos, da esquerda, do centro e da direita no espectro ideológico nacional.

O projeto libera o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) para ter mais agilidade e flexibilidade para adotar medidas emergenciais, gastando o dinheiro necessário para ações que exigem rapidez.

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