Coronavírus: Boris Johnson diz que vai manter política de quarentena

Marcelo Hailer Sanchez
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Crédito: Reprodução / YouTube

No mundo

De acordo com último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), há 2,9 milhões de pessoas infectadas pelo coronavírus e mais de 260 mil mortes.

Brasil

Segundo a última coletiva do Ministério da Saúde, há 61.888 casos confirmados e 4.205 mortes decorrentes da Covid-19.

Reino Unido

Em seu primeiro pronunciamento desde que foi infectado pelo coronavírus, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que a quarentena vai permanecer e que este é um “momento de grande risco”.

“Estamos passando pelo pico. Estamos à beira de alcançar essa primeira grande missão, que é impedir que o nosso Serviço Nacional de Saúde (NHS) fique sobrecarregado”, disso Johnson.

O primeiro-ministro do Reino Unido também afirmou que a “maré está mudando” na luta contra o coronavírus.

Boris Johnson reconheceu que há uma urgência de afrouxar a política de quarentena, mas, pediu que a população “contenha a sua impaciência”.

Casos na Rússia superam os da China

O governo da Rússia relatou 6.198 novos casos de infecção por coronavírus, segundo a Reuters.

Neste momento, a Rússia tem 87.147 casos de coronavírus. Com este número, o país supera a China no total de infectados (82.830).

De acordo com o serviço de saúde da Rússia, nas últimas 24 horas foram registradas 50 mortes.

China nega disseminação de “falsas informações”

China nega disseminação de “desinformação”

O Ministério das Relações Exteriores da China negou que, ao lado de outros países, esteja espalhando “falsas informações” sobre o coronavírus, segundo a CNBC.

“A China se opões à criação e disseminação de desinformação por qualquer pessoa ou organização. A China é vítima de desinformação”, declarou o porta-voz dos Ministérios da Relações Exteriores, Geng Shuang.

A declaração do governo da China ocorre depois que a União Europeia divulgou um relatório onde acusa a China, os Estados Unidos e a Rússia de serem os responsáveis por espalhar falsas informações sobre o coronavírus.