Conheça o BIS, o Banco Central mundial

Humberto Maurício Pennacchia
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Crédito: Pixabay

Você sabia que existe uma organização internacional chamada BIS? Essa organização é conhecida como o Banco Central dos Bancos Centrais. Nessa matéria, você aprenderá o que é Banco Central, quais são suas atribuições e, principalmente, o que é o BIS.

O que é o Banco Central?

É uma autarquia autônoma, ou seja, uma entidade que exerce suas funções com autonomia, sem subordinação a outro órgão do poder público.

O que faz o Banco Central?

O Banco Central é a instituição responsável por garantir a estabilidade econômica do país, por meio da manutenção do poder de compra da moeda e da regulação do sistema financeiro.

Qual o significado da sigla BIS?

A sigla BIS significa Bank for International Settlements (Banco de Compensações Internacionais) ou Banco de Pagamentos Internacionais.

Quando foi fundado o BIS?

O BIS foi fundado em 17 de maio de 1930. Localizado na Basileia (Suíça), o BIS foi fundado como resultado do Plano Young, assim nomeado em homenagem ao homem que presidia o Comitê de Reparação dos Aliados, Owen D. Young. O BIS reúne 55 bancos centrais de todo o mundo.

Qual a razão da Basileia ter sido escolhida como sede do BIS?

A Basileia foi escolhida porque todos poderiam chegar ali de trem a partir de qualquer parte da Europa para participar dos encontros. Quando você sai da estação de trem principal, o BIS está a uma distância de apenas um quarteirão.

O que faz o BIS?

O Banco de Compensações Internacionais é responsável pela supervisão bancária mundial. Algumas de suas atribuições são:

a) Faz empréstimos para bancos centrais de todo o mundo e ajuda a compensar o movimento especulativo de fundos entre as principais moedas.

b) Estipula parâmetros que medem a saúde dos bancos privados e públicos de todo o mundo. O BIS visa a promoção da cooperação monetária e financeira internacional. Nessa instituição, há um fórum privilegiado para discussão no mais alto nível de questões relativas ao sistema financeiro internacional e ao papel dos bancos centrais. Além disso, há encontros frequentes entre técnicos, onde são tratadas questões mais operacionais, como questões judiciais, gestão de reservas, TI, auditoria interna e cooperação técnica.