Confiança do consumidor sobe nos EUA

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pexels

O Índice de Sentimento do Consumidor norte-americano, calculado pela Universidade de Michigan, registrou aumento de 9,1% na leitura preliminar de junho, indo de 72,3 em maio para 78,9 pontos.

Na comparação com junho do ano passado, no entanto, houve queda de 19,7% (quando registrava 98,2 pontos).

A projeção do mercado era por uma leitura menor, de 75 pontos.

confiança do consumidor

O Índice de Expectativas do Consumidor subiu de 65,9 para 73,1 pontos, aumento de 10,9%. Há um ano, era de 89,3 (queda de 18,1%).

O Índice de Condições Atuais teve aumento mais modesto: de 82,3 para 87,8 pontos, com alta de 6,7%. Em junho de 2019, o indicador ficou em 111,9.

Segundo o relatório da universidade, pesaram nas expectativas futuras as reaberturas pós-quarentena e o aumento inesperado dos postos de trabalho divulgados pelo payroll de maio – quando foram criadas 2,5 milhões de vagas, quando a expectativa era pelo fechamento de 8 milhões. No entanto, a insegurança quanto à possibilidade de uma segunda onda de contaminação por Covid-19 assusta no contexto atual.

Expectativa de inflação

A Universidade de Michigan divulgou também as expectativas de inflação, que ficou em 3%, ante 3,2 de maio.