Como manter as finanças seguras nos aplicativos de celular? Descubra!

Ronaldo Araújo
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Crédito: Dean Moriarty por Pixabay

A praticidade da evolução tecnológica colocou a disposição do usuário a movimentação de recursos financeiros na palma da mão. Realmente é muito cômodo não precisar enfrentar filas bancárias. No entanto, caso o aparelho seja furtado, grandes problemas adicionais podem surgir. Alguns exemplos: o roubo de todo o saldo das contas mantidas por apps de bancos e corretoras.

Para se proteger desse perigo, trazemos este artigo até você. Nele, você terá informações sobre o modus operandi dos criminosos, e isso pode ajudar a se prevenir de furtos. Logo depois, receberá importantes recomendações para manter mais seguro seu dinheiro movimentado pelo celular. Também saberá o que fazer no caso em que o aparelho for fatidicamente furtado.

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É seguro manter contas bancárias no celular?

Com a disseminação dos aplicativos de bancos digitais e de corretoras, muitos criminosos passaram a visar o roubo direto do aparelho celular como forma de ter acesso às contas de uma vítima. Sendo assim, a pergunta sobre a segurança desse tipo de movimentação é pertinente, pois ninguém quer ter seu dinheiro roubado de forma vil.

Logo, a questão do uso seguro de contas bancárias em aparelhos celulares depender exatamente do comportamento do dono do dispositivo. Infelizmente, muitas pessoas são displicentes quanto a isso, e quando um infortúnio acontece o prejuízo pode ser ainda maior do que somente a perda do celular.

Manter a tela do celular bloqueada e não estar logada continuamente nos aplicativos financeiros é um dos padrões de segurança que podem ser adotados pelo usuário. A tecnologia visa dar mais praticidade a vida de quem usufrui desses serviços, mas é necessário existir uma contrapartida para que as economias guardadas com tanto suor se esvaiam de uma hora para outra.

De que forma se dá o assalto às finanças pelo celular?

De forma geral, o alvo dos bandidos inicia pela tentativa de roubo do celular de uma vítima. O que poderia parecer um crime para obtenção do aparelho e posterior venda, na verdade pode ser o início de um desastre nas finanças de quem é furtado. Um ponto importante precisa ser observado que é o momento do roubo: os criminosos visam atacar quando a vítima está usando seu telefone. Assim, podem ter acesso aos aplicativos porque o aparelho está desbloqueado.

Vencida essa etapa, os criminosos iniciam o processo de tentativa de acesso aos apps financeiros. Caso eles estejam em segundo plano e com login já feito, o roubo ao dinheiro já está sacramentado. Basta fazer a transferência. No entanto, pode ser que ocorra a situação mais comum, quando é necessário inserir a senha para ter acesso ao ambiente de transação do aplicativo.

Inicia-se, então, uma varredura na caixa de e-mail e nas mensagens de texto do aparelho recém-roubado a fim de encontrar informações que levem ao acesso do app. Se isso for logo conseguido, os criminosos fazem o acesso e roubam o quanto podem. Mas pode ser que isso não seja possível, e uma terceira fase é iniciada.

Nesse momento começam as tentativas de recuperação de acesso, em uma simulação como se o usuário tivesse esquecido sua senha. Como muitas pessoas usam o mesmo e-mail do celular para fazer o cadastro no app, os criminosos conseguem obter os meios que precisam com o celular em mãos. É dessa forma que os prejuízos de ter um celular roubado evoluem para um assalto financeiro.

O que fazer para aumentar o nível de segurança?

Uma das recomendações mais óbvias e que muitas vezes é negligenciado pela maioria das pessoas é nunca anotar as senhas no próprio celular, geralmente por meio de aplicativos de anotação. Além disso, também é interessante ter senhas diferentes para cada acesso, evitando usar apenas uma senha para todas as situações. Além disso, jamais use o recurso de memorizar senhas.

Outro ponto muito importante é ter anotado em algum local seguro o número IMEI do aparelho celular, pois em caso de emergência ele é fundamental. No mais, sempre que precisar armazenas uma informação sensível no aparelho, você deve apagar logo em seguida. Não mantenha esse registro. Além disso, procure sempre deixar o celular com a tela bloqueada.

Como proceder em caso de roubo do aparelho celular?

Se o seu celular for roubado, saiba que tem início uma corrida contra o tempo (de verdade). A razão disso é que os criminosos agirão o mais rápido possível para conseguir acessar as contas e roubar o dinheiro. Para que isso não aconteça, você deve ter mais velocidade ainda em suas ações, que a propósito se resumem em três atitudes emergenciais.

A primeira delas é apagar os dados do celular. Isso pode ser feito acessando os serviços destinados a esse fim. Se o sistema do seu aparelho for Android, basta acessar o endereço android.com/find, inserir mesmos dados de acesso do celular (e-mail e senha) e escolher a opção “Limpar Dispositivo”. Para celulares Apple, o procedimento é parecido: acesse icloud.com, faça login, clique em “Buscar iPhone” e depois escolha “Apagar iPhone”.

Feito isso, o próximo passo é solicitar o bloqueio do chip e do aparelho. Isso pode ser feito entrando em contato com a operadora e informando o número IMEI (que você já deve conhecer de antemão). Mas cuidado: somente faça isso após executar o procedimento anterior, pois se a ordem de prioridade for invertida não será possível apagar os dados do celular depois e o criminoso continuará tendo acesso aos aplicativos.

Por fim, você já pode entrar em contato com as instituições financeiras das quais você usa seus apps e informar o ocorrido, pedindo que as transações de sua conta sejam bloqueadas. No final das contas, se tudo for feito com a velocidade adequada, o único prejuízo que ficará para seu bolso será o do celular que foi perdido.

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