Vale (VALE3) avalia que risco de paralisação é menor com decretos federais

Marcelo Hailer Sanchez
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Crédito: Reprodução/Pixabay

Em live realizada pelo jornal Valor, o diretor-executivo de finanças e relações com investidores da Vale (VALE3), Luciano Siani Pires, explicou que, a princípio, por conta dos decretos do governo federal “estabelecendo atividades essenciais existe mais consenso sobre o que deve ou não funcionar”, o risco de a empresa paralisar as operações “é menor”.

Ao mesmo tempo, Siani explicou como está funcionando o protocolo de saúde dos funcionários. “Só vamos operar se pudermos operar em segurança. Movimento que nós fazemos pró-ativamente de retirar empregados de grupos de risco, retirar os empregados que tiveram sintomas, eventualmente até aqueles que tiveram contato com os que tiveram sintomas”.

Soluções tecnológicas

De antemão, o diretor-executivo também explicou que as “atividades industriais não requerem aglomerações” e explicou que é necessário ter “preocupação no momento da refeição e da entrada, do acesso”, disse.

Siani também revelou que a Vale adotou soluções tecnológicas para permitir melhor controle nas unidades produtivas. Por fim, o diretor-executivo também revelou que uma pesquisa interna mostrou que 90% dos empregados se sentem seguros de trabalhar nas unidades da companhia.

Apesar de todo o contexto imposto pela pandemia, Siani reforçou que a principal preocupação é garantir recursos de reparação à Brumadinho.