Com a crise, pequenos varejistas de moda se reinventam nos negócios

Jéssica De Paula Alves
Jornalista e produtora de conteúdo
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Crédito: Freepik

O pequeno varejo de moda busca se reinventar para manter o negócio. Devido à crise causada pelo novo coronavírus, o setor sofre grande impacto com o avanço da pandemia do novo Coronavírus. Além de perder os principais canais de venda com o fechamento do comércio e de shoppings centers, o segmento ainda enfrenta a perda do apelo de compra.

De acordo com a Coordenadora Nacional da Moda do Sebrae, Anny Santos, o pequeno varejista de moda deve aproveitar o momento para se reinventar. Desta forma deve enxergar as possibilidades de negócio que caibam no bolso. E que também atendam às necessidades do cliente, que também sofre com a crise.

“Utilize o momento para replanejar o negócio e tomar decisões rápidas adaptadas ao momento. Reveja seus processos e explore como investir seu tempo. Os funcionários podem colaborar em Home Office, por exemplo. Veja quais as adequações financeiras são necessárias para o período”, destacou.

Pensando nisso, grupo Icomm, controlador do Shop2gether e do OQvestir, anunciou o Collab. Um marketplace de peças de vestuário com propósito de fomentar a moda nacional e criar um ecossistema atraente para pequenas marcas independentes anunciarem seus produtos e prospectarem clientes.

Essa nova plataforma oferecerá ao pequeno varejista de moda suporte comercial, de marketing, consultoria digital e toda a expertise na parte administrativa. Tudo para que as marcas consigam incrementar suas vendas e crescer seus negócios de forma sustentável através do e-commerce.

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Google

A pesquisa Transformação Digital, realizada pelo Sebrae em 2018, identificou que 73% dos pequenos negócios são invisíveis no Google.

No segmento da moda, a maior parte do mercado já tem presença digital, principalmente por meio da exposição de produtos nas redes socais. Mas ainda falta evolução no formato online. E isso envolve serviços mais complexos de e-commerce. Diante desse cenário, a especialista destaca que a loja online é apenas um dos canais possíveis:

“O empresário pode vender mesmo sem ter um e-commerce. Neste momento de crise, é preciso buscar soluções rápidas e eficientes. Seja entregando os produtos na casa do cliente e recebendo por transferência bancária ou vendendo vouchers para usar daqui a dois ou três meses. Se for investir em um canal que não domina, pode ser mais complicado ainda”.