Cogna (COGN3) aprova emissão de 1,25 bi em debêntures

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Cogna

A Cogna (COGN3) aprovou nesta segunda-feira (12) a sua 7ª Emissão de Debêntures, no valor de até 1,250 bilhão, com cada uma no valor nominal de R$ 1 mil. A emissão será em duas séries. As debêntures serão objeto de distribuição pública com esforços restritos de colocação.

As debêntures “visam alongar o passivo financeiro da Cogna, aportar capital em suas controladas (por meio de mútuo, aumento de capital, AFAC ou qualquer outra forma permitida pela legislação e regulamentação aplicável), sendo o remanescente destinado para o reforço do capital de giro” da empresa, segundo informações da própria Cogna.

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As debêntures da primeira série terão juros remuneratórios de 100% da variação acumulada das taxas médias diárias dos Depósitos Interfinanceiros DI, over extra-grupo, acrescida de uma sobretaxa (spread) de 2,60%. Da mesma forma as da segunda série, com a diferença de que o spread é de 2,95%.

Ressalvadas as hipóteses de liquidação antecipada, o valor nominal unitário das debêntures da primeira série será integralmente pago em uma única parcela, na data de vencimento, 20 de agosto de 2024. As da segunda série serão paga em duas parcelas, sendo a primeira em 20 de agosto de 2025 e a segunda na data de vencimento, em 20 de agosto de 2026.

GPS (GGPS3) compra o Grupo Vivante

A GPS (GGPS3) aprovou a compra do Grupo Vivante, pela Top Service Serviços e Sistemas, controlada da companhia.

Dele, fazem parte a Vivante Serviços de Facilities Ltda., a Vivante Serviços de Instalação e Manutenção S.A., a Vivante Norte S.A. e a Serviços de Cogeração Carioca Ltda.

O Grupo Vivante, segundo a GPS descreve, “presta serviços de manutenção em geral, facilities e eficiência energética e tem presença nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Amazonas e Bahia, dentre outros”.

O Vivante registrou receita bruta de aproximadamente R$ 336 milhões no período de doze meses findo em 31 de maio de 2021.

O valor do contrato não foi divulgado. A operação ainda depende de certas obrigações, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Locaweb (LWSA3) adquire a Bagy Soluções

A Locaweb (LWSA3) concluiu na compra, por meio de sua subsidiária integral Tray Tecnologia, da Bagy Soluções de Comércio Digital Ltda.

A Bagy foi fundada em 2017 em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. É uma plataforma de e-commerce focada em social commerce, com mais de 13,5 mil clientes ativos e 127 mil seguidores nas redes sociais.

Seu objetivo é ajudar pequenas e médias empresas, pessoas físicas e influenciadores a montar uma loja virtual “de forma rápida e simples”. “Com essa aquisição, a Bagy se junta às plataformas de e-commerce para PMEs Tray e Dooca, e a Locaweb se consolida como o mais completo ecossistema para digitalização desse público no Brasil”.

O valor da negociação não foi informado.

B3 (B3SA3) firma acordo com a Totvs (TOTS3) para investimentos de R$ 600 milhões

A B3 (B3SA3) firmou um acordo de investimento com a Totvs (TOTS3) “para aportar recursos no valor de R$ 600 milhões, sujeito a ajustes, na TFS Soluções em Software. A partir dessa transação, a B3 passará a deter participação minoritária de 37,5% do capital social da TFS, permanecendo a Totvs como controladora e única sócia da B3 nesse investimento”.

A TFS é uma subsidiária da Totvs como resultado da separação da operação de soluções de gestão para o segmento de serviços financeiros, especifica a B3. “A TFS tem posição de destaque neste segmento, contando com um time de 400 pessoas e receita líquida realizada no ano de 2020 de aproximadamente R$ 140 milhões”.

Segundo a B3, o investimento na TFS “está em linha com a estratégia da B3 de expandir sua presença em áreas adjacentes de alto potencial nas quais possa agregar valor aos clientes de seu ecossistema, aprofundando seus vínculos e proximidade no dia a dia”.

“A escolha da Totvs, a mais destacada empresa brasileira de software, como sócia”, segue a B3, “fortalece a chance de sucesso em um mercado competitivo e que requer competências complementares às que a B3 desenvolve em seu negócio principal”.

Fleury (FLRY3) emite debentures de até R$ 1 bi

A Fleury (FLRY3) aprovou a 6ª Emissão de Debêntures da companhia, no valor de até R$ 1 bilhão, para distribuição pública com esforços restritos de colocação. Serão 1 milhão de debêntures com valor unitário de R$ 1 mil, divididas em três séries.

A primeira série busca levantar R$ 250 milhões; e a segunda e a terceira, R$ 375 milhões cada.

Os vencimentos são em 8 de julho de 2025, de 2026 e de 2028, respectivamente.

“Trata-se da primeira emissão de debêntures de uma empresa do setor de Saúde no Brasil com metas ESG (Environmental, Social and Governance), estando conectada à estratégia de aceleração do crescimento da companhia e à ambição de construir um ecossistema sustentável de saúde com soluções integradas em benefício de pacientes, médicos, operadoras e da sociedade em geral, em linha com as melhores práticas de ESG”, informou a Fleury.

A captação tem objetivo de assegurar o enquadramento da emissão como Títulos Vinculados a Desempenho ESG (Sustainability-Linked Bond), seguindo os Sustainability-Linked Bond Principles da International Capital Markets Association.

As metas são:

  • Redução do índice de geração de resíduos biológicos para 0,0115 kg/exame até dezembro de 2023 em 14,12% e para 0,0107 kg/exame até dezembro de 2025 em 20,54%
  • Acesso à saúde por meio da Saúde iD para 250 mil clientes das classes sociais C, D e E até junho de 2024 e um total de 1 milhão de clientes das classes sociais C, D e E até junho de 2026

Os recursos serão destinados para usos corporativos gerais, como reforço de capital de giro e alongamento de passivo.

As debêntures terão remuneração equivalente a 100% da Taxa DI (Depósitos Interfinanceiros), acrescida de spread de 1,35% ao ano para as debêntures da primeira série; de 1,50% ao ano em relação às da segunda série; e de 1,75% ao ano em relação às da terceira série.

Caso as metas estabelecidas não seja cumpridas, os spreads sofrerão aumento de até 0,125% ao ano, 0,25% ao ano e 0,35% ao ano, respectivamente às séries.

O pagamento da remuneração será semestral.

Arezzo (ARZZ3) aprova recompra de ações

A Arezzo (ARZZ3) aprovou seu Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações, do qual podem participar os diretores estatutários e os empregados da companhia e de suas controladas, bem como as pessoas naturais que prestem serviços à Arezzo.

As pessoas elegíveis poderão ter opções de compra de ações de emissão da companhia, sendo que cada opção conferirá o direito de adquirir 1 ação.

“O Plano de Opção tem por objetivo propiciar aos participantes se tornarem acionistas da companhia e vivenciarem todas as circunstâncias dessa condição”, diz a empresa em comunicado ao mercado.

Tecnisa (TCSA3) fecha investimento na BoxOffice

A Tecnisa (TCSA3) realizou um acordo para investimento na BoxOffice Soluções em Mobilidade. No acordo, a incorporadora terá participação de 25% na sociedade.

A BoxOffice é uma startup que realiza a gestão e o fornecimento de espaços compactos autônomos para trabalho remoto, reuniões, entrevistas, estudos e outras atividades.

“Este investimento coloca a Tecnisa em linha com as tendências mundiais do futuro do trabalho e suas novas dinâmicas”, diz a empresa. “A solução atenderá acrescente demanda por espaços de trabalho remoto em regiões descentralizadas dos grandes eixos de escritórios corporativos da cidade de São Paulo, bem como a nova linha de produtos da companhia denominada WorkPods”.

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