COE traz oportunidade de investimento no mercado de cannabis

Redação EuQueroInvestir
Colaborador do Torcedores
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Foto: investir em maconha

Se há 10 anos, um investidor falasse que quer aplicar no mercado de maconha provavelmente seria taxado como louco. Em casos extremos, seria denunciado como financiador de um mercado ilegal. Mas o negócio vem mudando rápido e profundamente nos últimos anos ao ponto que investidores brasileiros já podem aplicar em indústrias do produto pelo mundo todo, mesmo a maconha não sendo legalizada no país.

Algumas notícias aqueceram este mercado, a começar pela eleição de Joe Biden à presidência dos EUA. O democrata e sua vice, Kamala Harris, defendem uma reforma das leis americanas. A expectativa é que a maconha deixe de ser classificada como uma droga da “seção 1”. Neste grupo, estão listados os produtos mais pesados, como heroína.

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Além disso, o México aprovou no fim de 2020 a legalização da maconha para uso recreativo, científico, médico e industrial. Especialistas dizem que este pode ser o maior mercado do mundo e investir em maconha pode ser um bom negócio.

Quatro estados americanos também descriminalizaram a erva recentemente: Arizona, Montana, New Jersey e Dakota do Sul. Já são 15 estados que permitem o uso recreativo da cannabis. Por fim, a reclassificação da erva como “droga leve” por parte de um comitê da ONU deu ânimo ao mercado.

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Atingir um patrimônio de R$ 100 mil é para poucos, o que amplia o desafio de busca pelas melhores aplicações para multiplicá-lo.

Com todas essas notícias e mudanças no setor, especialistas dizem que a maconha trará boas oportunidades de ganhos a investidores, mesmo aos pequenos, independentemente de serem contra ou a favor da legalização.

Em resumo, estima-se um crescimento do mercado global de cannabis 23,9% até 2025, chegando a US$ 66,3 bilhões de dólares

Como investir em maconha

No Brasil, existem algumas maneiras de entrar neste mercado. A última oportunidade surgiu por meio de COEs, sigla de Certificado de Operações Estruturadas que combinam em sua carteira diversos ativos. O objetivo é equilibrar o risco e fazer com que o investidor limite as perdas em caso de queda do mercado. Ao mesmo tempo, o COE potencializa a possibilidade de ganhos.

Uma das alternativas para quem busca um mercado alternativo está na captação aberta para um COE de maconha, que investe no MJ, um fundo de ações (ETF). Este, por sua vez, acompanha o Índice Prime Alternative Harvest.

O fundo aposta na diversificação regional. Dentro da sua carteira, há empresas do Canadá (49%), EUA (33%), Reino Unido (quase 13%), entre outros países.

O investimento inicial é de R$ 1 mil, o prazo é de cinco anos e o potencial de rentabilidade é de até 80%. Dessa forma, o investimento é bem acessível.

Para saber sobre como investir preencha o formulário abaixo que um assessor de investimento poderá apresentar as oportunidades de investimento no mercado de cannabis.