CNI: confiança do empresário industrial cresce em 28 de 30 setores

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)
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Crédito: Divulgação

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) cresceu em maio, na comparação com abril de 2021, em 28 dos 30 setores da indústria analisados, informou hoje (26) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O índice varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário. Quanto mais perto de 100, maior e mais disseminada é a confiança. Quanto mais próximo de 0, menor a confiança do empresariado.

Os setores mais confiantes, em maio de 2021, foram o de metalurgia, com índice de 63,4; seguido pelo de máquinas e equipamentos, com 62,3; e químicos (exceto HPPC, de perfumaria e cosméticos), que apresentou índice de confiança de 61,3. Produtos de metal (exceto máquina e equipamentos) aparecem com 61 e veículos automotores, reboques e carrocerias, com 60,6.

CNI: setores com índices menores

Já os setores com menor confiança são o de bebidas, com índice de 52,9; calçados e suas partes, com 53,7; e máquinas, aparelhos e materiais elétricos, com 54,1. O setor de limpeza, perfumaria e higiene pessoal (HPPC) aparece com 54,2 e o de confecção de artigos do vestuário e acessórios com 54,6.

“Os dois setores da indústria que estavam sem confiança no mês de abril ultrapassaram a linha divisória dos 50 pontos em maio, indicando que voltaram a ficar confiantes: calçados e suas partes e produtos de limpeza, perfumaria e higiene pessoal”, diz a pesquisa da CNI.

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De acordo com a confederação, em relação a maio do ano passado, o Icei do setor de veículos passou de 29,6 pontos para 60,6 pontos, em 2021. Já o de metalurgia subiu de 33,8 para 63,4 pontos; o de equipamentos de informática cresceu de 30,1 para 58,1 pontos e o de máquinas e equipamentos aumentou de 33,7 pontos para 62,3 pontos.

Nessa comparação anual, o menor crescimento ocorreu no setor de produtos de limpeza, com um aumento de 9,1 pontos. O Icei estava em 45,1 e passou para 54,2 pontos.

*Com Agência Brasil