Citigroup tem queda de 34% no lucro líquido no 3TRI20

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Reprodução / Facebook / Citigroup

O Citigroup divulgou os resultados do terceiro trimestre e o lucro líquido foi de US$ 3,2 bilhões, ou US$ 1,40 por ação diluída, com receitas de US$ 17,3 bilhões.

No terceiro trimestre de 2019, a receita líquida foi de US$ 4,9 bilhões, ou US$ 2,07 por ação diluída, com receitas de US$ 18,6 bilhões.

Ou seja, as receitas diminuíram 7%, principalmente por conta de receitas mais baixas em Global Consumer Banking (GCB) e Corporate.

Tio Huli, EconoMirna, Natalia Dalat e outros tubarões do mercado de Investimentos.

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O lucro líquido diminuiu 34%, em grande parte pela queda nas receitas, além de mais despesas e crédito mais caro.

Por fim, o lucro por ação de diminuiu 32%, refletindo principalmente o declínio no lucro líquido.


Divulgação / Citigroup

Citigroup “passa bem” pela Covid-19

Michael Corbat, CEO do Citi, declarou que o banco continua “a navegar pelos efeitos da pandemia Covid-19 extremamente bem”.

Ele elenca que “os custos de crédito se estabilizaram; os depósitos continuaram a crescer; e as receitas aumentaram 3% no acumulado do ano”.

Corbat disse que o Citibank está em busca de mais segurança e solidez, além de “uma infraestrutura digital que melhorará nossa capacidade de atender nossos clientes e nos tornar mais competitivos”.

Outros números

As despesas operacionais do Citigroup aumentaram 5%, para US$ 11,0 bilhões no terceiro trimestre de 2020.

O custo de crédito avançou 8%, para US$ 2,3 bilhões, refletindo em grande parte um aumento nas reservas de provisão.

A provisão do grupo para perdas de crédito em empréstimos era de US$ 26,4 bilhões no final do trimestre, ou 4% do total de empréstimos, em comparação com US$ 12,5 bilhões, ou 1,82% do total de empréstimos, no final do período do ano anterior.

O total de ativos não acumulados cresceu 40% em relação ao período do ano anterior, para US$ 5,3 bilhões.

A inadimplência dos empréstimos corporativos aumentaram 94%, para US$ 3,6 bilhões.

Esse é o termômetro do problema de caixa que a maioria das pequenas e médias empresas teve com a crise.