Citigroup inicia redução de desigualdade salarial de gênero

Felipe Moreira
Felipe Moreira é Graduado em Administração de empresas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 6 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Reprodução/Unsplash

O Citigroup diminuiu a diferença salarial entre homens e mulheres em seu quadro de pessoal global no ano passado, informou o banco.

Com essa medida, as mulheres recebem 27% menos do que os homens, queda de 2% em comparação com 2018, conforme memorando encaminhado para empregados por Sara Wechter, diretora de RH do Citigroup. As informações são da Bloomberg.

Além disso, o banco comunicou que nos Estados Unidos, seus funcionário não brancos recebem 6% menos que seus colegas brancos, no ano anterior a diferença foi de 7%.

No comunicado Wetcher afirmou, “temos muito mais trabalho a fazer. Nosso trabalho para abordar ambas medidas é contínuo e o ritmo da mudança provavelmente varia de ano para ano.”

O banco é uma das poucas instituições americanas a realizar uma divulgação tão clara. Isso porque fornece a remuneração total média. Já seus concorrentes oferecem análises de desigualdades salariais “ajustadas” em resposta a acionistas e reguladores do Reino Unido.

Essas análises “ajustadas” realizam a comparação entre a remuneração de homens e mulheres com base na geografia, função e nível hierárquico. Seguindo essa metodologia, mulheres recebem em todo globo, em média, mais de 99% do que os homens recebem no Citigroup.

Para o banco, essa discrepância indica a necessidade de elevar o número de mulheres e minorias em funções de alto escalão. O Citigroup pretende avançar nesse sentido, aumentando a quantidade de mulheres para 40% e 8% para empregados negros nos EUA até o ano que vem.