Cielo (CIEL3): varejo tem queda de 25% desde início do Covid-19

Rodrigo Petry
Editor-chefe, com 18 anos de atuação em veículos, como Estadão/Broadcast, InfoMoney, Capital Aberto e DCI; e na área de comunicação corporativa, consultoria e setor público; e-mail: rodrigo.petry@euqueroinvestir.com.
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Crédito: Sem refletir fechamento de lojas, Varejo recuou 1% em janeiro

A Cielo (CIEL3) apurou que o varejo brasileiro registrou uma queda de 24,9% em seu faturamento nominal desde o início da crise desencadeada pela pandemia do novo coronavírus.

Para comparar os períodos, o indicador da Cielo, que considera as movimentações no comércio por meio de compras com cartões de crédito e débito, apurou a média das vendas das três primeiras semanas de março e as últimas três semanas – encerradas em 8 de abril.

Segundo a pesquisa, nos 21 primeiros dias de março, as vendas recuaram 7,7%. Já no primeiro período sob impacto do Covid-19 – ou seja, quarta semana de março – o faturamento teve seu pior desempenho, com queda de 52,3%.

Em abril, na primeira semana, as vendas recuaram 43,9%, enquanto na segunda declinaram 35,5%.

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Fonte: Cielo

Segmentos

Na abertura por segmentos, na comparação entre as três primeiras semanas de março e as três últimas, encerradas em 8 de abril, o setor de serviços é o que sofre maiores perdas, com queda de 51,8%.

Compreendem os setores de serviços áreas como turismo e transporte, bares e restaurantes, serviço automotivos e auto-peças.

Já o setor de bens duráveis – vestuário, móveis, eletro, lojas de departamento, materiais de construção, entre outros – apresentou queda de 40,7% no período.

Enquanto isso, os itens considerados como bens duráveis, como supermercados, hipermercados, drogarias, farmácias e postos de gasolina, apresentaram alta de 2,5% nas vendas.

Veja os demais resultados da pesquisa:

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Fonte: Cielo

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Fonte: Cielo

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Fonte: Cielo

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Fonte: Cielo