China pretende extinguir uso de sacolas plásticas até final de 2022

Daniele Andrade
Jornalista formada pela Universidade Positivo, pós-graduada em Mídias Digitais. Atualmente cursa bacharel em História. Gosta de produzir reportagens sobre política tanto nacional quanto internacional, economia e tecnologia.
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Crédito: Reprodução / Flickr

O combate ao acúmulo de lixo é um problema enfrentado em todas as partes do mundo, mas uma iniciativa da China chamou atenção: o país pretende extinguir o uso de sacolas plásticas até o final de 2022. A China possui a maior população do mundo, segundo reportagem do G1, são 1,4 bilhão de pessoas. Em que são responsáveis por produzir mais de 200 milhões de toneladas de lixo doméstico.

Não é difícil encontrar algum cidadão em Pequim que não carregue consigo uma sacola plástica. O que reflete o acontecimento de uma situação vivida em 2019. O maior aterro sanitário da China atingiu ano passado a sua capacidade máxima. No entanto, as previsões era de que só chegaria a essa situação daqui a 25 anos.

Para tentar frear essa situação grave, o governo chinês decidiu tomar uma atitude em relação às sacolas plásticas. As sacolas que sejam do tipo não degradáveis serão proibidas até o fim de 2020 nos grandes centros. E, no país devem acabar até 2022. Além das sacolas, os canudinhos de plásticos também vão ser banidos até o final do ano.

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Os mercados e outros locais, que vendem alimentos frescos terão cinco anos para se livrar totalmente das sacolas. Já lanchonetes e restaurantes também têm a tarefa de, eliminar gradualmente embalagens e talheres do tipo descartáveis, segundo o G1.

A iniciativa positiva do governo chinês em relação as sacolas plásticas gerou influencia em toda a Ásia. Outros países, como Japão, Indonésia, Malásia e Tailândia estão realizando medidas para reduzir o consumo de plástico também.