China pede moderação aos EUA com relação ao Irã

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

Dependente do petróleo iraniano e às vésperas de assinar a fase um do acordo comercial com os Estados Unidos, a China acompanha apreensiva o desenrolar dos conflitos entre os dois países, desde o assassinato do principal comandante do Irã, general Qasem Soleimani, morto em um ataque aéreo dos EUA em Bagdá.

De acordo com a CNBC, no sábado, 4, o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi recebeu uma ligação do ministro do Exterior do Irã, Mohammad Javad Zarif.

“Os meios militares não levarão a lugar nenhum. A pressão máxima também não funcionará. A China pede aos EUA buscar resoluções através do diálogo em vez de abusar da força”, afirmou Yi, em comunicado assinado por ele e publicado no site do ministério das Relações Exteriores da China.

“A China quer continuar defendendo uma posição objetiva e justa e desempenhando um papel construtivo na proteção da paz e da segurança na região do Golfo do Oriente Médio”, acrescentou Yi.


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