Cesta básica fica mais barata em 9 capitais em junho

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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O custo da cesta básica em junho caiu em nove das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

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Nas outras capitais analisadas na pesquisa, o custo da cesta básica aumentou.

De acordo com a pesquisa, as maiores altas foram registradas em Fortaleza (1,77%), Curitiba (1,59%) e Florianópolis (1,42%).

Por outro lado, as maiores quedas ocorreram em Goiânia (-2,23%), São Paulo (-1,51%), Belo Horizonte (-1,49%) e Campo Grande (-1,43%).

Em junho, a cesta básica mais cara do país foi a de Florianópolis, onde o custo médio dos produtos que compõem a cesta chegavam a R$ 645,38.

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Já a cesta mais barata era a de Salvador, onde o custo médio era de R$ 467,30 no mês passado.

Preço da cesta básica no acumulado do ano

No primeiro semestre deste ano, dez capitais brasileiras acumularam altas no custo da cesta. Curitiba foi a capital com maior acúmulo, 14,47%, seguida por Natal, com 9,03%.

Também ocorreram aumentos em Florianópolis, Porto Alegre, Vitória, Fortaleza, Belém, João Pessoa, Recife e Aracaju.

Enquanto isso, em outras capitais, o custo da cesta básica teve redução no primeiro semestre, com Belo Horizonte acumulando a maior baixa, -6,42%. O custo da cesta também retraiu em Salvador, Goiânia, Campo Grande, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Por fim, considerando a cesta mais cara em junho, que foi a de Florianópolis, o Dieese estimou que o salário mínimo deveria ser R$ 5.421,84, valor que corresponde a 4,93 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00.

Em maio, o valor do mínimo necessário deveria ter sido de R$ 5.351,11, ou 4,86 vezes o piso em vigor.