CEO da Apple acredita que empresa sairá forte da crise

Felipe Moreira
Felipe Moreira é Graduado em Administração de empresas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 6 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

A Apple realizou uma videoconferência com toda a companhia nesta quinta-feira (16) para tratar dos efeitos do coronavírus e as estratégias para normalizar as atividades.

Na reunião, Tim Cook, Ceo da Apple, disse que a pandemia representa um “momento incerto e estressante”, porém, expressou otimismo que a empresa sairá mais forte da crise, como aconteceu depois da recessão de 2008 e após quase pedir recuperação judicial no fim dos anos 90. As informações são da Bloomberg.

Cook disse que a companhia “não é imune às tendências econômicas mundiais”, mas que a Apple entrou na crise do coronavírus com um forte balanço.

A empresa continuará investindo de “maneira realmente significativa” em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e produtos futuros, segundo funcionários da Apple que participaram da reunião.

“Se permanecermos focados em fazer o que fazemos de melhor, se continuarmos investindo, se administrarmos os negócios com sabedoria e tomarmos decisões de forma colaborativa, se cuidarmos de nossas equipes, se nossas equipes cuidarem de seu trabalho, não vejo qualquer motivo para não ser otimista”, disse Cook, que comanda Apple há quase uma década.

Funcionários

Em relação a demissões, o executivo reforçou a posição confortável de caixa da Apple e disse que a companhia continua pagando funcionários do varejo mesmo com lojas fechadas. “Não vou dizer que a Apple não será afetada”, afirmou Cook, enfatizando que seu foco é administrar a empresa a longo prazo, em vez de fazer ajustes a curto prazo.

A companhia não sabe quando os funcionários retornarão aos escritórios, mas o CEO disse que, quando voltarem, deverão ser adotadas medidas para medir temperatura e distanciamento social. De acordo com o executivo, o teste de coronavírus é uma possibilidade, mas não existem planos no momento.

Segundo fontes, os funcionários de varejo da Apple começaram treinamento virtuais e realizam videoconferências em antecipação à reabertura das lojas. A companhia prevê a reabertura das lojas nos EUA no início de maio.

O CEO afirmou que os lançamentos de produtos nas últimas semanas demonstram que a empresa não está deixando o coronavírus atrapalhar o lançamento de produtos.

Durante a videoconferência, o diretor de operações da empresa, Jeff Williams, disse que a crise elevou a importância dos produtos de saúde da empresa, como o Apple Watch, e que o trabalho de desenvolvimento nesse campo não se “limita ao pulso”. Ele também disse que, com a pandemia, países têm ajudado a Apple a acelerar a introdução do recurso de eletrocardiograma do Apple Watch.

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