Centrão obstrui votações por conta de emendas não pagas

Redação EuQueroInvestir
Colaborador do Torcedores

As votações de projetos do Palácio do Planalto foram travadas até que o governo libere as emendas prometidas, e ainda não pagas, pela votação e aprovação da Reforma da Previdência.

O movimento de obstrução das votações foi liderado pelos partidos do “Centrão”, formado pelo PP, DEM, PL, Republicanos e Solidariedade, e apoiado pelo PSDB, MDB e Podemos, conforme matéria publicada pela Agência Estado nesta quinta-feira, 21.

Segundo a mesma matéria, a dívida do governo gira em torno dos R$ 2 bilhões.

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Políticos se reúnem com Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro recebeu o comunicado pessoalmente nesta quarta-feira, 20, durante um almoço no Palácio do Planalto com a presença de líderes de partidos, deputados e senadores.

Ao ouvir a reclamação, conforme a Agência Estado, Bolsonaro questionou o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, que disse que essas verbas fazem parte do pacote (de R$ 2 bilhões) prometido pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Além das emendas, foi prometido um extra para cada deputado que votasse favorável à Reforma da Previdência.

Por conta da situação financeira do país, Ramos tem defendido publicamente que essas promessas não podem ser cumpridas. Segundo a matéria, os deputados relataram que em razão disso o ministro tem frequentado os gabinetes da Câmara dos Deputados para convencer os parlamentares que o governo não pode arcar com essas despesas no momento.