Cenário para a próxima década: protecionismo e investidor mais consciente

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.

Crédito: Reprodução/Pixabay

Teriam os temas que guiam atualmente a economia global chegado ao limite? Esta é a pergunta feita por reportagem da Bloomberg que avalia quais serão as grandes questões da próxima década.

Em Davos, durante a realização do Fórum Econômico Mundial, líderes discutem questões como globalização, capitalismo, desigualdade, mudança climática e bancos centrais, mas sob uma nova ótica.

Para Ian Bremmer, presidente e fundador do Eurasia Group e delegado na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, 2020 será um “ponto de inflexão”.

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Protecionismo no lugar da globalização

A ideia da globalização, com pessoas, bens e dinheiro fluindo cada vez mais sem barreira ao redor do mundo pode ter ficado para trás, com governos buscando protecionismo e maiores obstáculos à migração, aponta a reportagem.

Millennials: novo perfil de investidor

Outra questão relevante é o novo perfil do investidor. A geração dos millennials, nascidos a partir de 1980, ao se definir sobre investimentos, leva em conta, fortemente, fatores ambientais, sociais e de governança.

Pobreza e meio ambiente

A pressão pelo fim da pobreza e do descaso com o meio ambiente se tornará mais urgente nesta década, com a aproximação de 2030, prazo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU chegarem ao prazo de 2030.

O ano de 2030 também é apontado como o pico para a demanda do petróleo. As energias renováveis e os veículos elétricos entrarão mais fortemente na pauta econômica até lá. A conferir.