Casa Branca e Senado dos EUA fecham acordo para pacote de US$ 2 trilhões

Regiane Medeiros
Economista formada pela UFSC. Produz conteúdo na área de mercado de capitais, finanças pessoais e atualidades.
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Crédito: Unsplash

Os líderes do Senado e a Casa Branca chegaram em um acordo na madrugada desta quarta-feira (25) sobre o pacote de estímulos para impulsionar a economia e combater a ameaça de recessão no país.

Segundo o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, o projeto vai injetar trilhões na economia, incluindo cheques aos americano. McConnell define o acordo como “nível de investimento em tempo de guerra para nossa nação”.

Já o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer disse que “Temos um acordo bipartidário sobre o maior pacote de resgate da história americana. Este não é um momento de comemoração, mas de necessidade.”

O texto detalhado sobre o pacote econômico de aproximadamente US$ 2 trilhões será apresentado ao longo desta quarta-feira.

No projeto a ser aprovado hoje estão a concessão de subsídios a pequenas empresas e injeção de grandes recursos por meio de empréstimos para grandes empresas, incluindo as companhias aéreas.

Além disso, o pacote econômico vai estabelecer regras para expansão do sistema de seguro-desemprego.

Foi estabelecido ainda um fundos para hospitais e profissionais de saúde nas linhas de frente, no valor de mais de US$ 130 bilhões, segundo Schumer.

Antes de ser promulgado pelo presidente Trump, o plano deve receber a aprovação do Senado e depois da Câmara de Representantes, controlada pelos democratas.

Na terça-feira, a expectativa de uma rápida recuperação da economia norte-americana refletiu no otimismo do mercado. Em Wall Street, o índice Dow Jones fechou em alta de 11,4%, o maior aumento percentual diário registrado desde 1933.

Em linha com os esforços do governo para minimizar os prejuízos provocados pelo avanço da Covid-19, o Federal Reserve anunciou na segunda-feira (23) um plano de compra ilimitada de ativos para “apoiar o bom funcionamento do mercado e a transmissão efetiva da política monetária”, segundo o comunicado.

O país é o terceiro com maior número de casos no mundo. Até o momento são 55.330 casos confirmados e 804 vítimas fatais.

 


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