Candidatos a presidência dos EUA criticam gastos de Bloomberg

Regiane Medeiros
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Wikipédia

Sete democratas que disputam a destituição do presidente Donald Trump em 2020 apareceram no palco de Manchester, New Hampshire, na noite de sexta-feira (7), apenas alguns dias antes das eleições primárias cruciais desse estado.

No entanto, quatro candidatos na corrida primária não estavam no palco: o ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg, o ex-governador de Massachusetts Deval Patrick, o senador Michael Bennet do Colorado e o deputado Tulsi Gabbard do Havaí.

Apesar da ausência, Bloomberg se tornou o centro da discussão quando a senadora Elizabeth Warren o acusou de gastar “pilhas de dinheiro” em sua campanha até agora.

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A estratégia de Bloomberg é não aparecer em nenhuma votação até a Super Terça-feira (dia em que 15 estados participam nas primárias, a ser realizado no dia 03 de março). 

Mas ainda assim ele sobe nas pesquisas depois de despejar centenas de milhões de dólares em sua campanha. Bloomberg inclusive comprou um anúncio no Super Bowl de 60 segundos, um dos horários mais caros da televisão.

Seus esforços parecem estar valendo a pena: Bloomberg superou vários outros candidatos, de acordo com a média de pesquisas do RealClearPolitics, e ele é visto nos mercados de apostas como o candidato mais provável a vencer Trump nas eleições gerais. As informações são da CNBC.