Caged: empregos voltam a crescer no Brasil após quatro meses em queda

Paulo Amaral
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Crédito: Reprodução/ Agência Brasil

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou que o mês de julho se encerrou com evolução positiva do emprego formal.

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De acordo com o órgão ligado ao Ministério da Economia, o saldo líquido de empregos com carteira assinada no período somou 131.010 vagas abertas.

Os dados divulgados nesta sexta-feira revelaram que, entre 1 e 31 de julho de 2020, foram contratados 1.043.650 trabalhadores formais, e demitidos 912.640.

Segundo o Caged, os números de julho colocaram um ponto final em uma série de quatro meses consecutivos de queda – março, abril, maio e junho.

Caged ressalta “melhor julho” em 8 anos

O órgão enalteceu que o resultado de julho foi o melhor para o mês desde 2012.

Na ocasião, foram contratados 142.496 trabalhadores com carteira assinada.

A Região Sudeste, puxada por São Paulo e Minas Gerais, foi a que mais abriu vagas de emprego no período, com 34.157 novos postos de trabalho.

Rio de Janeiro, Sergipe e Amapá puxaram a fila no número de demitidos.

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Indústria puxa contratações

O relatório do Ministério da Economia apontou ainda que o setor que mais colaborou para a abertura de novas vagas de emprego foi o da Indústria, com 53.590 vagas a mais do que demissões.

Construção (41.986), Comércio (28.383) e Agropecuário (23.027) vieram na sequência e contribuíram para o melhor julho dos últimos 8 anos.

Na outra via, destaque negativo para o setor de Serviços, que demitiu 15.948 pessoas a mais do que contratou durante o período.

Bolsonaro festeja Caged

O presidenge Jair Bolsonaro comemorou os resultados do Caged, em post publicado na conta dele no Twitter:

 

Demissões ainda superam novos empregos

Apesar do bom resultado de julho, os números divulgados pelo Ministério da Economia ressaltaram que, no acumulado do ano, as demissões ainda estão “ganhando” dos empregos.

Segundo o Caged, o número de pessoas demitidas supera as contratações em 1,092 milhão de empregos formais.

Esse “placar” desfavorável é reflexo do cenário causado pela pandemia de coronavírus e não é uma exclusividade apenas do Brasil, mas também das principais potências do mundo.

 

 

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