Cade cobra explicações da Petrobras sobre demora no reajuste dos combustíveis

Paulo Amaral
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Crédito: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acatou a ação imposta pela Abicom (Associação Brasileira das Importadoras de Combustíveis) e está cobrando explicações da Petrobras sobre os motivos de a empresa não seguir a política de preços anunciada e sobre a demora para o reajuste nos preços dos produtos.

De acordo com a associação, os preços, que ficaram 53 dias sem reajustes, estão defasados nas refinarias, enquanto no mercado internacional houve variação de 6% nos combustíveis. No mercado interno, dentro do mesmo período, a o aumento foi de 4%.

Em nota oficial enviada ao site Poder 360, a Petrobras confirmou que foi notificada sobre a cobrança do Cade e deu suas justificativas.

Comunicado

Confira abaixo a íntegra do comunicado da Petrobras sobre o assunto:

“A Petrobras confirma o recebimento de Ofício do Cade com solicitação de esclarecimentos sobre as práticas de precificação e de reajustes de gasolina e diesel.

Neste sentido, a companhia reafirma que continuam em vigor os princípios de Preço de Paridade de Importação (PPI).

Ressalta-se que o preço de paridade de importação não é um valor absoluto, único e percebido da mesma maneira por todos os agentes.

Os reais valores de importação variam de agente para agente, dependendo de características, como, por exemplo, as relações comerciais no mercado internacional e doméstico, o acesso à infraestrutura logística e a escala de atuação.

Para demonstração, basta observar que duas renomadas agências de informação, Argus e Platts, passaram a publicar indicadores de preços de paridade de importação nos principais portos do Brasil, com diferenças significativas entre elas.

Importante destacar que não houve interrupção nas importações, tanto de diesel quanto de gasolina, realizadas por terceiros para o mercado doméstico brasileiro, o que evidencia a viabilidade econômica das importações realizadas por agentes eficientes de mercado.”

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