BTG Pactual (BPAC11) elege Santos Brasil (STBP3) como favorita em infraestrutura e revisa preço-alvo

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Agência Brasil/Divulgação

O BTG Pactual (BPAC11) revisou sua estimativa para a Santos Brasil e elevou o preço-alvo da ação de R$ 6 para R$ 11, mantendo a recomendação de compra e afirmando que a empresa é sua favorita no setor de infraestrutura.

A revisão se dá, explica o BTG, diante das novas metas apresentadas pela empresa e também pela renovação com a Maersk, que deve elevar as tarifas da Santos Brasil.

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No dia 6 de abril, a Santos Brasil anunciou que havia fechado um novo acordo com a empresa de logística Maersk para a operação portuária no Terminal de Contêineres (Tecon) do Porto de Santos. A Maersk é o maior cliente da empresa, respondendo por 60% a 70% da movimentação dos terminais.

A Santos Brasil também divulgou as projeções operacionais e financeiras consolidadas (guidance) para 2021. A empresa informou esperar um aumento de 11% a 20% do volume de movimentação de cais ante 2020, podendo chegar a 1,3 milhão de contêineres.

A previsão é de aumento de 89% a 112% na geração de caixa (Ebitda) em relação a 2020, chegando a R$ 400 milhões a R$ 450 milhões no ano.

O banco ressalta ainda que o ambiente regulatório foi aprimorado para a indústria portuária brasileira e o movimento nos terminais aumentou consideravelmente nos últimos meses, o que ajuda a manter o otimismo com as papéis da empresa.

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Movimentação mensal no Tecon. Reprodução/BTG