BTG (BPAC11): venda do Complexo JK pela BR Properties (BRPR3) gera mais valor aos acionistas

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação

Segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (01) pelo BTG (BPAC11), a venda de 20% de participação do Complexo JK pela BR Properties (BRPR3) faz parte da estratégia de reciclagem de ativos para gerar mais valor para os acionistas.

“Parabenizamos o negócio, pois é assertivo para os acionistas (BRPR3 está negociando em um cap rate implícito de 8,6% para 2022E), embora também deva ajudar a empresa a se manter desalavancando e reforçando sua estratégia de reciclagem de ativos para gerar mais valor para os acionistas”, dizem os analistas.

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O momento de curto prazo para escritórios continua desafiador, mas a BR Propriedades possui escritórios AAA (mais defensivos), explicando a classificação de compra sobre as ações, segundo o BTG.

O preço alvo é de R$ 15.

Taxa de capitalização de 6%

A BR Properties anunciou a venda de 20% de participação no Complexo JK – Torre B (escritório AAA escritório no bairro comercial mais nobre de São Paulo e 100% locado para a Johnson & Johnson) por R$ 185 milhões para a VBI Prime Properties (uma REIT brasileira).

Por fim, o BTG cita que o complexo foi vendido por uma avaliação implícita de R$ 30.150/m², garantindo um limite de “saída” taxa de 6,0%.

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