BTG (BPAC11): investimentos da Vale (VALE3) refletem transparência

Victor Meira
Com formação em Ciências Sociais e Jornalismo, experiência em redação nas editorias de esportes, empregos, concursos, economia e política.
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Crédito: Divulgação

Relatório do BTG Pactual (BPAC11) avalia que as ações da Vale (VALE3) em prol de uma agenda mais sustentável devem levar tempo. Mas os investimentos realizados refletem o empenho da companhia para ser transparente com os investidores. 

Assim, o banco informa que a mineradora abriu um caminho para “se tornar um operador confiável”. A recomendação foi realizada pelo banco, após ele divulgar um relatório sobre um webinar ESG da Vale.

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O banco de investimentos aponta que a Vale continua incentivando a discussão sobre temas como a gestão de rejeitos, estratégias de descaracterização de barragens, entre outros. As ações foram classificadas como compra.

BTG (BPAC11): estabilização do minério ajuda preço no curto prazo

O banco também aponta que outro argumento favorável dos papéis da empresa é um horizonte de estabilização do minério de ferro. 

Além disso, após o temor de crise por conta de possível calote da imobiliária Evergrande. Com a redução desses temos, os riscos se tornam mais arrefecidos. Isto levou, por exemplo, o minério de ferro a uma alta de 16%, no meio de semana. 

Em relação ao programa de descaracterização de barragens, a empresa de mineração aponta que já desfigurou seis desde 2019. E ainda espera eliminar outras 24. Destas, 11 ainda tem algum nível de emergência.

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Barragens de backup

Como as barragens de nível 3 são prioridade, a Vale construiu barragens de backup (enormes paredes de concreto). E espera eliminar totalmente as estruturas de risco de nível 3 até 2025. 

Já o gerenciamento de represas, a multinacional brasileira implementou um novo sistema. Segundo a Vale, este melhorou consideravelmente a gestão das represas. incluindo a gestão de pessoa.

Com essas ações, o nível de segurança dos colaboradores aumentou significativamente. Houve uma queda de 39% na taxa de frequência de lesões desde 2018. A expectativa da empresa é que a frequência de lesões continua se reduzindo até 2025, conforme o relatório.

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