A Br Malls (BRML3) registrou lucro líquido 41,5% menor no primeiro trimestre de 2021 no comparativo com o mesmo período de 2020.
O indicador caiu de R$ 130 milhões para R$ 76 milhões ao fim do 1TRI21.
A margem caiu de 43,9% para 31,5%.
“O lucro líquido ajustado foi impactado pela contração da receita líquida, pelo aumento de R$ 16,5 milhões em PDD e perdão de dívida e pelo crescimento das despesas financeiras”, diz a empresa.
E o FFO Ajustado teve queda de 38%, caindo de R$ 137,6 milhões para R$ 85,2 milhões.
Veja aqui o balanço do 1TRI21.
Br Malls (BRML3): principais números do balanço do 1TRI21
Lucro líquido ajustado
- Lucro 1TRI21: R$ 76,0 milhões
- Lucro 1TRI20: R$ 130,0 milhões
Ebitda ajustado
- Ebitda 1TRI21: R$ 171,1 milhões
- Ebitda 1TRI20: R$ 206,7 milhões
Receita líquida
- Receita 1TRI21: R$ 241,1 milhões
- Receita 1TRI20: R$ 295,9 milhões
Ebitda recua 17% no 1TRI21
O Ebitda ajustado da Br Malls (BRML3) recuou 17,2% no 1TRI21.
O indicador caiu de R$ 206,7 milhões para R$ 171,1 milhões ao fim dos três primeiros meses deste ano.
Mas a margem Ebitda ajustada subiu de 69,8% para 71%.
Receita cai 18,5%
A receita líquida da Br Malls (BRML3) apresentou queda de 18,5% no 1TRI21.
O indicador caiu de R$ 295,9 milhões para R$ 241,1 milhões.
A variação, segundo a empresa, foi decorrente dos fechamentos temporários que ocorreram ao longo do trimestre e às restrições de funcionamento aplicadas nas operações dos shoppings.
O resultado financeiro registrou uma despesa líquida de R$ 68,0 milhões, aumento de 65,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Outros destaques de Br Malls (BRML3)
O NOI atingiu R$ 206,2 milhões no 1T21, 20,1% abaixo do 1T20, apresentando uma margem de 86,6%.
As vendas totais no trimestre atingiram R$ 2,8 bilhões, redução de 26,2% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.
O indicador de vendas mesmas lojas (SSS) diminuíram 25,3% no 1T21 devido as restrições de funcionamento dos shoppings.
O indicador de aluguel mesmas lojas (SSR) atingiu 1,0%, refletindo a retomada gradual dos níveis de aluguéis.
A taxa de ocupação cresceu 0,3 p.p. quando comparado ao 4T20 atingindo 96,3%, demonstrando a solidez e resiliência do portfólio.
A inadimplência líquida atingiu 14,3% no trimestre, impactada pelas novas restrições de operação. Com a evolução da vacina, a expectativa é de redução do índice.







