Braskem (BRKM5): estimativas de custos com afundamento de solo em Maceió podem ser revisadas

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Reprodução / Braskem

A Braskem (BRKM5) divulgou nesta quinta-feira (6) um esclarecimento quando ao afundamento em bairros de Maceió, provocado pelas atividades de extração.

Reportagens veiculadas nos últimos dias na imprensa dão conta de que o aprofundamento se alastrou e chegou às proximidades da principal avenida da capital alagoana.

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Quanto a esse avanço, a empresa esclarece que mantém diálogo com as autoridades públicas na busca de soluções para os moradores e comerciantes da região, “uma vez que são prioridades da Braskem a segurança dos moradores localizados nas  áreas  de  risco, bem  como  a  implementação  das  ações  estabelecidas  nos acordos”.

Diz que manterá o mercado informado sobre quaisquer desdobramentos, mas alerta que o fato pode gerar a necessidade de novos acordos, com novos custos à companhia.

Afirma a empresa: “A companhia não pode descartar futuros desdobramentos relacionados ao tema ou a seus gastos associados, e os custos a serem incorridos pela Braskem poderão ser diferentes de suas estimativas”.

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Entenda o aprofundamento do solo

O problema que começou em 2018, fez crescer o passivo da empresa com indenizações a moradores e compensações ambientais e urbanísticas.

O primeiro acordo para pagamento de indenizações, do início de 2020, contemplava 17 mil pessoas, número que agora se aproxima de 75 mil. O mapa da região atingida pelo afundamento já representa 5,6% de toda a área urbana de Maceió.

Desde março de 2018, a Braskem (BRKM5), aumentou de R$ 3,4 bilhões para R$ 10,1 bilhões a provisão para cumprir os acordos firmados com as autoridades.

Petrobras (PETR PETR3) não convocará AGE

A Petrobras (PETR4) informou que não convocará Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para reconstituição do Conselho de Administração, tendo em vista a renúncia do Marcelo Gasparino da Silva.

Isso porque a renúncia somente passará a produzir efeitos a partir de 31 de maio. Dessa forma, não há, no momento, vacância no Conselho de Administração.

A vacância do cargo de Conselheiro de Administração eleito por voto múltiplo poderá ser preenchida por substituto eleito pelo colegiado até que seja realizada uma próxima Assembleia Geral de Acionistas.

Uma vez verificada a vacância, a próxima Assembleia que ocorrer deverá proceder à eleição dos 08 membros do Conselho eleitos por voto múltiplo.

Grupo Matheus (GMAT3) inaugura 6 lojas

O Grupo Matheus (GMAT3) inaugurou 6 novas lojas em abril, sendo 4 no Maranhão e 2 no Pará.

No Maranhão, foram abertas as duas primeiras unidades do Grupo na cidade de Buriticupu: um Super e um Eletro.  Também foram inaugurados outros dois Eletros no estado: um na capital,São Luís, e outro em Chapadinha.

Na cidade de Tucuruí-PA, onde a companhia já possui um Eletro, foi dado início à operação de um Mix Atacarejo.

Em Goianésia, município também paraense, foi inaugurado um Eletro+.

Irani (RANI3) paga proventos

A Irani (RANI3) aprovou o pagamento de dividendos com base nas demonstrações financeiras da companhia de 31 de dezembro de 2020, no valor total de R$ 24,575 milhões.

Serão pagos R$0,096624 por ação ordinária aos acionistas detentores de ações de emissão da companhia em 28 de abril de 2021.