Brasil e EUA assinam acordo de cooperação militar com fundos de US$ 100 bi

Sabrina Oliveira
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Foto: Alan Santos / PR/Agência Brasil

O Brasil e os Estados Unidos assinaram neste domingo (8), um acordo de Pesquisa, Desenvolvimento, Teste e Avaliação. Com a presença do presidente Jair Bolsonaro, a parceria foi assinada em uma cerimônia realizada no Comando Sul (U.S. Southern Command), na Flórida. As informações são do G1.

O acordo foi assinado por Bolsonaro, pelo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas do Brasil, Tenente-Brigadeiro Botelho, e pelo comandante do Comando Sul dos Estados Unidos, Almirante de Esquadra Craig Feller.

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O comando é responsável pelas operações das Forças Armadas dos EUA na América Central, do Sul e no Caribe. Segundo a sede, esta é a primeira visita do presidente brasileiro ao setor militar.

Segundo o assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Filipe Martins, o acordo vai permitir que o Brasil tenha acesso a fundos de investimento no setor que totalizam US$ 100 bilhões. Também permitiria aprofundar a colaboração entre os 2 países na troca de informações sensíveis e até exercícios militares. Martins afirma ainda que esse é o  primeiro passo do país para se juntar ao grupo de 14 nações que têm acordo semelhante com os EUA.

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De acordo com nota divulgada pelo Ministério da Defesa neste domingo, o acordo visa “abrir caminho para que os dois governos desenvolvam futuros projetos conjuntos alinhados com o mútuo interesse das partes, abrangendo a possibilidade de aperfeiçoar ou prover novas capacidades militares”.

No entanto, a RDT&E precisará da aprovação do Congresso. De acordo com o Ministério da Defesa, o contrato define termos e condições gerais a serem aplicados ao iniciar, conduzir e gerenciar atividades de pesquisa, desenvolvimento, testes e avaliação.

“Cada acordo de projeto que venha a ser desenvolvido pelas partes deverá ser executado em consonância com os termos do RDT&E, assim como os respectivos leis e regulamentos nacionais de cada parte”, afirmou a pasta em nota.

O ministério afirma que a colaboração entre os dois países poderá ampliar o acesso da Base Industrial de Defesa ao mercado americano, bem como a formalização de outros pactos no setor de Defesa, reduzindo a burocracia no comércio de produtos do segmento entre Brasil e EUA.

O ministério afirmou que a cooperação entre os dois países pode ampliar o acesso das bases da indústria de defesa ao mercado norte-americano e a formalização de outros acordos no campo da defesa, reduzindo a burocracia no comércio de produtos do segmento entre EUA e Brasil.

Segundo o Ministério da Defesa, a classificação do Brasil como aliado preferencial especial da OTAN em julho de 2019 é foi passo essencial para o acordo firmar neste domingo.  Além disso, de acordo com o ministério, o acordo não impede que os dois países cheguem a outro acordo nas áreas de pesquisa, desenvolvimento, testes e avaliação.