Brasil Agro (AGRO3) registra prejuízo de R$ 23,46 milhões no 4TRI20

Regiane Medeiros
Colaborador do Torcedores
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Crédito: BrasilAgro/Divulgação

A Brasil Agro (AGRO3) divulgou na terça (9) os resultados referentes ao desempenho da empresa no período de setembro a dezembro de 2020, que representam o segundo trimestre da safra 2021.

No período, a companhia reportou um prejuízo líquido de R$ 23,46 milhões ante um lucro de R$ 20,4 milhões um ano antes.

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 58,86 milhões no trimestre, um aumento de 22% sobre a base anual.

O resultado financeiro líquido foi uma despesa de R$ 76,96 milhões. No terceiro trimestre de 2019, o resultado foi uma despesa de R$ 10,85 milhões.

Receita líquida avança 36,9%

A receita líquida da companhia atingiu R$ 118,97 milhões no trimestre, um incremento de 36,9% na comparação ano a ano.

“O cenário no agronegócio é positivo, o aumento da demanda por alimentos, a alta no preço das commodities deve alavancar as margens dos produtores neste ano, amenizando os impactos decorrentes da pandemia”, declarou a Brasil Agro.

As receitas de soja trimestre caiu 27,9%, para R$ 4,512 milhões. Já no acumulado do semestre, aumentou R$12,8 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior passando de R$ 58,2 milhões para R$ 71,1 milhões.

As receitas de algodão no trimestre também avançaram em 136,5%, enquanto no acumulado do semestre tiveram aumento de R$ 0,9 milhões, passando de R$ 8,6 milhões para R$ 9,5 milhões.

Caixa e Endividamento

O caixa da companhia passou de um caixa médio de R$ 104,2 milhões no acumulado semestral de 2020 para R$ 152,5 milhões um ano depois.

Em 31 de dezembro de 2020, os saldos da conta de empréstimos e financiamentos eram de R$258,9 milhões.

O pagamento de juros e de principal somou R$ 154,3 milhões no último semestre.

Segundo a companhia, durante o período, também foram liberados R$71,4 milhões para o custeio das operações de cana-de-açúcar, grãos e algodão.

O custo médio da dívida é de 4,3% a.a., com prazo médio de 1,2 anos.

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