BR Distribuidora (BRDT3) nega acusações; PDG (PDGR3) pede aditamento em PRJ

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 7 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: BR Distribuidora

A Superintendência Geral do Cade emitiu a Nota Técnica recomendando a condenação da GRU Airport, BR Distribuidora (BRDT3), Raízen e AirBP por suposta prática anticompetitiva no mercado de querosene de aviação no Aeroporto de Guarulhos, conforme fato relevante publicado na sexta (11).

No documento, a BR Distribuidora reitera pautar sua atuação pelas melhores práticas comerciais e concorrenciais,
com ética e respeito aos seus clientes, exigindo o mesmo comportamento dos seus parceiros comerciais e força de trabalho.

Dessa forma, a companhia informou que irá adotar todos os meios necessários para sua defesa.

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Por fim, a BR Distribuidora ressalta que a nota técnica não caracteriza condenação. Ou seja, serve apenas como parecer opinativo da área técnica que ainda será submetido à apreciação do Tribunal.

Na mesma linha, a Raízen também divulgou nota onde afirma que a superintendência do Cade possui papel instrutório e, no Tribunal do Cade, acredita que terá ampla oportunidade de defesa, ressaltando que não há, nesse momento, decisão definitiva sobre o assunto. “A Cosan reafirma que ela e todas as empresas controladas ou co-controladas por ela atuam permanentemente em conformidade com a legislação vigente, com absoluto respeito à livre concorrência e aos seus clientes e consumidores”, diz o documento.

PDG (PDGR3) pede aditamento de plano de recuperação judicial

A construtora PDG, em recuperação judicial desde 2017, solicitou aditamento ao referido plano de recuperação.

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De acordo com a empresa, o objetivo é repactuar somente o pagamento dos credores trabalhistas, de modo que não alterará quaisquer direitos, obrigações, cláusulas ou garantias aplicáveis aos demais credores.

Isso porque, segundo a PDG, nos últimos meses houve um aumento substancial de solicitações de credores trabalhistas, de forma que seu pagamento nos termos acordados do Plano causaria um desequilíbrio do fluxo de caixa do grupo, impactando as condições econômico-financeira do companhia.