Boris Johnson segue na UTI, mas respira sem ajuda de aparelhos

Paulo Amaral
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Crédito: Reprodução/Renova Mídia

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson segue internado na UTI de um hospital em Londres para tratamento da Covid-19.

Segundo informações da agência Reuters, o líder britânico continua estável e respirando sem a ajuda de aparelhos, com “tratamento padrão de oxigênio”.

Dominic Raab, ministro das Relações Exteriores, e que vem executando a função de Boris Johnson, concedeu entrevista coletiva e se mostrou confiante na recuperação do primeiro-ministro.

“Estou confiante de que ele sairá dessa, porque se há uma coisa que eu sei sobre esse primeiro-ministro, é que ele é um lutador. Ele estará de volta ao comando, nos liderando ao longo desta crise em pouco tempo”.

Raab afirmou que Johnson continua “de bom humor” e que o progresso segue monitorado para evitar qualquer tipo de contratempo.

“Ele não tem precisado de ventilação mecânica ou suporte respiratório não invasivo. Ele permanece de bom humor e, de acordo com a prática clínica usual, seu progresso continua sendo monitorado sob cuidados intensivos”.

O “substituto” de Johnson fez questão de dizer que os afazeres do primeiro-ministro “titular” não serão deixados de lado enquanto ele permanecer hospitalizado.

“O primeiro-ministro está em boas mãos e o governo se concentrará em garantir que suas instruções e todos os planos são executados para assegurar que podemos vencer o coronavírus”.

Susto

O primeiro-ministro britânico anunciou no dia 27 de março que testou positivo para o coronavírus e, na noite de domingo, foi internado com o agravamento dos sintomas no Hospital St Thomas, em Londres.

Aos 55 anos, Johnson é o primeiro membro do alto escalão de um dos países mais importantes do mundo a precisar ser internado por conta da Covid-19.

O Reino Unido, assim como a Itália e a Espanha, vem se tornando um novo ponto crítico na Europa com relação ao aumento de casos de coronavírus.

Segundo a Agência AFP, na segunda-feira o país superou 5.000 mortes, com 439 vítimas fatais em 24 horas.

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