Bolsonaro fala em redução de coronavírus e defende liberdade

Tatiane Lima
Jornalista, redatora sênior. Tecnóloga em Recursos Humanos e MBA em Comunicação e Marketing. Apaixonada por empreendedorismo criativo. Atuei nos três setores, com hard news, jornalismo on, off e redação publicitária.
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Crédito: José Cruz/Agência Brasil

No domingo (12), o presidente Jair Bolsonaro declarou em análise que o surto de coronavírus no Brasil parece estra enfraquecendo. Enquanto, para ele, o desemprego está se tornando uma questão maior e mais forte, informa a Reuters. O que reitera os seus argumentos sobre o impacto econômico a partir das medidas de distanciamento social para conter o avanço da doença.

Assim, o posicionamento de Bolsonaro ocorreu em transmissão televisiva de videoconferência com religiosos, devido às festividades de Páscoa. “É o que tenho dito desde o começo, desde há 40 dias. Temos dois problemas pela frente, lá atrás eu dizia: o vírus e o desemprego. (…) Parece que está começando a ir embora a questão do vírus, mas está chegando e batendo forte o desemprego. Devemos lutar contra essas duas coisas”, disse.

Isso porque o presidente Bolsonaro se manteve contra o isolamento social desde o início dos trabalhos de contenção do coronavírus no país. Ao passo que manter a estabilidade econômica foi declaradamente uma de suas prioridades. Além de desobedecer as orientações das autoridades de saúde, frequentando lugares públicos e atraindo aglomeração de pessoas, Bolsonaro ainda se opõe a governadores e prefeitos.

Conforme a Reuters, o presidente acredita que medidas mais rígidas de distanciamento são mais prejudiciais ao cenário econômico. Pois se tornam uma ameaça ao desabastecimento e levam ao encerramento de postos de trabalho.

Apesar disso, o Ministério da Saúde divulgou que houve crescimento no número de mortes por coronavírus. Entretanto, houve uma quebra no padrão que registrava mais de 100 mortes diárias, desde terça-feira, dia 7. No sábado (11), foram 68 óbitos. Até ontem (12), ocorreu um aumento de 99 mortes de um dia para o outro. A soma total é de 1.223 mortes pela Covid-19 e 22.169 casos confirmados.

Bolsonaro defende liberdade

Com isso, governantes passaram a defender medidas ainda mais rígidas quanto ao respeito às orientações de combate ao coronavírus. O governado de São Paulo, João Doria (PSDB), por exemplo, disse que o descumprimento das regras no Estado poderia levar à prisão pela Polícia Militar.

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Por outro lado, Bolsonaro afirmou que há “grande perigo pela frente”. De acordo com a Reuters, o presidente disse ainda que o destino do país não pode “ser colocado sob dúvida de que a liberdade será mantida a qualquer preço”.