Bolsonaro é o presidente com pior desempenho em MPs desde 2001

Paulo Amaral
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Crédito: Reprodução / Reuters / Ricardo Moraes / Pool

O presidente Jair Bolsonaro tem a menor taxa de aprovação de MPs (Medidas Provisórias) desde 2001, ocasião na qual as regras atuais entraram em vigor.

Segundo levantamento do site Poder 360, das 42 MPs editadas pela gestão Bolsonaro, apenas 12, ou 28,6%, foram aprovadas em seu primeiro ano de mandato. Outras 12 foram rejeitadas e 18 ainda estão valendo.

O estudo do Poder 360 contou os começos de mandato dos presidentes desde 2001, quando foi aprovada uma emenda à Constituição que deu a esse instrumento do Executivo as regras atuais.

As MPs, como são chamadas, tem força de lei. Valem até 120 dias se não forem transformadas em lei pelo Congresso Nacional.

A segunda pior presidente no quesito de aprovações de Medidas Provisórias é a petista Dilma Rousseff, que alcançou um índice de 39,5% durante seu segundo mandato, em 2015 (17 de 43 editadas.

Dilma, por outro lado, também tem o segundo maior índice de aprovação, com 55,6% em 2011, quando emplacou 20 das 36 editadas.

O “campeão” segue sendo o ex-presidente Lula, com 46 MPs aprovadas das 70 enviadas em 2007 – índice de 65,7%. Em 2003, o mesmo Lula alcançou 51,7% de aprovação em MPs – 30 de 58.