Bolsonaro assina reformas administrativas e servidor pode se filiar

Jéssica De Paula Alves
Jornalista e produtora de conteúdo
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Crédito: Wikipedia

O presidente Jair Bolsonaro assinou uma proposta de reforma administrativa, mas texto irá ao Congresso somente após o carnaval. Assim, foi removida a proibição de servidores públicos de arquivos partidários no texto analisado, informou o Estadão.

Fontes da reportagem informaram que, no relatório, Bolsonaro decidiu fazê-lo de uma vez por todas porque os membros da equipe econômica estavam convencidos da importância e urgência de definir o tema para a economia do país.

A avaliação acredita que o atraso no envio de materiais é um mau sinal para os agentes do mercado, indicando que a estratégia de continuidade da reforma perdeu o ritmo do governo.

Conforme o artigo é submetido, a equipe econômica e os líderes do governo no Congresso intensificarão a expressão política em apoio a 12 propostas consideradas prioritárias na agenda econômica.

“Desde o ano passado, o governo vinha prometendo enviar aos parlamentares um texto próprio para uma reforma administrativa. Neste mês de fevereiro, o governo ameaçou desistir do envio “por falta de clima político”, mas voltou atrás e agora trabalha para entregar uma proposta logo após o carnaval. Pelo que já foi divulgado o texto que estava em construção, pode reduzir o número de carreiras e também o salário inicial, além das alterações na chamada de estabilidade do servidor”, diz a reportagem.

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